Lula quer Wagner na Petrobras

Os dois conversaram ontem (18) no Instituto Lula, em São Paulo, e o governador da Bahia deve saber ainda hoje que cargo terá no segundo mandato da presidente Dilma Rousseff; eles devem se encontrar hoje em Brasília; Jaques Wagner tem afirmado a seus aliados que realmente não sabe qual será seu cargo na nova gestão ou se de fato aguarda uma boa colocação, como se tem apostado no meio político

Presidente Lula e o Governador Jaques Wagner entregam restaura��o do Pal�cio Rio Branco, entregam diploma aos formandos do Pr�ximo Passo e apresenta��o do Plano de Reabilita��o Participativo do Centro Antigo de Salvador.

Na foto: Presidente Lula e o Go
Presidente Lula e o Governador Jaques Wagner entregam restaura��o do Pal�cio Rio Branco, entregam diploma aos formandos do Pr�ximo Passo e apresenta��o do Plano de Reabilita��o Participativo do Centro Antigo de Salvador. Na foto: Presidente Lula e o Go (Foto: Romulo Faro)

Bahia 247 - Apesar de já ser quase consenso entre a presidente Dilma Rousseff e o núcleo duro do governo a tese de que o futuro presidente da Petrobras deve ter perfil técnico, não está descartada a possibilidade de o governador da Bahia, Jaques Wagner, ser de fato indicado para comandar a estatal. Ele deixa o comando do Executivo baiano em 1º de janeiro próximo e, segundo o jornal Folha de São Paulo, conta com vontade do ex-presidente Lula para o cargo. Os dois conversaram ontem (18) no Instituto Lula, em São Paulo.

A mudança no comando da estatal seria indicada por conta das investigações da Operação Lava Jato e da falta de traquejo político partidário da atual presidente da estatal, Graça Foster. Apesar da preferência de Lula, Wagner estaria nos planos da presidente Dilma Rousseff para assumir um dos ministérios.

O destino de Jaques Wagner deve ser conhecido por ele ainda nesta quarta-feira (19). Ele deve se encontrar com a presidente Dilma Rousseff ainda hoje em Brasília. Segundo a coluna Satélite, do jornal Correio*, Wagner tem afirmado a seus aliados que realmente não sabe qual será seu cargo na nova gestão ou se de fato aguarda uma boa colocação, como se tem apostado no meio político.

O petista já foi especulado para os ministérios da Fazenda - o que ele considera "absurdo"; Casa Civil; Relações Institucionais; Integração Nacional; Indústria, Comércio e Mineração (com o qual ele mais estaria simpatizando), além da presidência da Petrobras e da Secretaria-Geral da Presidência.

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