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Lyra: Marina é "grande nome" para substituir Campos

O governador de Pernambuco, João Lyra Neto (PSB), está em São Paulo para acompanhar o processo de identificação das sete pessoas que morreram na queda do avião em Santos; sede do governo paulista, o governador pernambucano engrossou o coro pela escolha de Marina Silva como candidata a presidente no lugar de Eduardo Campos e lembrou que o partido não tem muito tempo para tomar uma decisão; "Nós temos dois prazos, o legal e o político. O legal são 10 dias e o político nós temos que ter consciência que o guia (horário) eleitoral começa no dia 19", disse

O governador de Pernambuco, João Lyra Neto (PSB), está em São Paulo para acompanhar o processo de identificação das sete pessoas que morreram na queda do avião em Santos; sede do governo paulista, o governador pernambucano engrossou o coro pela escolha de Marina Silva como candidata a presidente no lugar de Eduardo Campos e lembrou que o partido não tem muito tempo para tomar uma decisão; "Nós temos dois prazos, o legal e o político. O legal são 10 dias e o político nós temos que ter consciência que o guia (horário) eleitoral começa no dia 19", disse (Foto: Aquiles Lins)
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SÃO PAULO (Reuters) - O governador de Pernambuco, João Lyra Neto (PSB), disse nesta quinta-feira que a ex-senadora Marina Silva é "um grande nome" para substituir Eduardo Campos, morto em um acidente aéreo na quarta, como candidata do PSB à Presidência.

Lyra Neto, que está em São Paulo para acompanhar o processo de identificação das sete pessoas que morreram na queda do avião em Santos, afirmou ainda que o partido deve escolher um novo candidato e não abrir mão da disputa presidencial.

Em entrevista coletiva no Palácio dos Bandeirantes, sede do governo paulista, o governador pernambucano lembrou que o partido não tem muito tempo para tomar uma decisão.

"Nós temos dois prazos, o legal e o político. O legal são 10 dias e o político nós temos que ter consciência que o guia (horário) eleitoral começa no dia 19", disse.

Pela legislação eleitoral, a coligação de seis partidos liderada pelo PSB tem até o dia 23 para decidir se indica outro candidato à Presidência ou se desiste da disputa, hipótese que parece cada vez menos provável.

Mesmo que o partido não tome uma decisão até terça-feira, quando começa o horário eleitoral no rádio e na TV, a coligação Unidos pelo Brasil ainda terá à sua disposição os pouco mais de dois minutos de tempo de TV a que tem direito.

Mais cedo, em nota assinada por Roberto Amaral, que assumiu a presidência do PSB com a morte de Campos, o partido informou que "tomará, quando julgar oportuno, e ao seu exclusivo critério, as decisões pertinentes à condução do processo político-eleitoral".

 (Por Eduardo Simões)