Macêdo: povo precisa participar da escolha do novo presidente

O secretário nacional de Finanças e Planejamento do PT, Márcio Macêdo, participa do 6º Congresso Nacional do partido, que acontece em Brasília até este sábado (3); evento, que elegerá a nova direção da sigla, é também um momento de debate sobre a conjuntura política do Brasil, sobretudo a crise que afeta o país e o governo de Michel Temer; "Temos pautas que unem o partido: Diretas Já e Fora Temer. E não vamos aceitar participar de nenhum colégio eleitoral que exclua o povo da escolha de um novo presidente. Se isso acontecer, o PT não vai participar e ainda vai denunciar", declarou Márcio, reforçando a posição contrária do partido ao processo de eleições indiretas

O secretário nacional de Finanças e Planejamento do PT, Márcio Macêdo, participa do 6º Congresso Nacional do partido, que acontece em Brasília até este sábado (3); evento, que elegerá a nova direção da sigla, é também um momento de debate sobre a conjuntura política do Brasil, sobretudo a crise que afeta o país e o governo de Michel Temer; "Temos pautas que unem o partido: Diretas Já e Fora Temer. E não vamos aceitar participar de nenhum colégio eleitoral que exclua o povo da escolha de um novo presidente. Se isso acontecer, o PT não vai participar e ainda vai denunciar", declarou Márcio, reforçando a posição contrária do partido ao processo de eleições indiretas
O secretário nacional de Finanças e Planejamento do PT, Márcio Macêdo, participa do 6º Congresso Nacional do partido, que acontece em Brasília até este sábado (3); evento, que elegerá a nova direção da sigla, é também um momento de debate sobre a conjuntura política do Brasil, sobretudo a crise que afeta o país e o governo de Michel Temer; "Temos pautas que unem o partido: Diretas Já e Fora Temer. E não vamos aceitar participar de nenhum colégio eleitoral que exclua o povo da escolha de um novo presidente. Se isso acontecer, o PT não vai participar e ainda vai denunciar", declarou Márcio, reforçando a posição contrária do partido ao processo de eleições indiretas (Foto: José Barbacena)

Sergipe 247 - O secretário nacional de Finanças e Planejamento do PT, Márcio Macêdo, participa, desde a última quinta-feira (1º) do 6º Congresso Nacional do partido, que acontece em Brasília até este sábado (3). O evento, que elegerá a nova direção da sigla, é também um momento de debate sobre a conjuntura política do Brasil, sobretudo a crise que afeta o país e o governo de Michel Temer. Os ex-presidentes Lula e Dilma Rousseff, além de governadores, prefeitos, deputados e vereadores participam do encontro. O Congresso, que leva o nome da ex-primeira-dama Marisa Letícia Lula da Silva, reuniu mais de 1,8 mil pessoas no primeiro dia.

"Temos pautas que unem o partido: Diretas Já e Fora Temer. E não vamos aceitar participar de nenhum colégio eleitoral que exclua o povo da escolha de um novo presidente. Se isso acontecer, o PT não vai participar e ainda vai denunciar", declarou Márcio, reforçando a posição contrária do partido ao processo de eleições indiretas.

Para ele, o Congresso Nacional do PT deve preparar os líderes do partido e a militância a dialogar com a sociedade sobre o quadro político, social e econômico do país. "Espero que, neste 6º Congresso, consigamos, ao debater a conjuntura do país, encontrar um caminho para resolver esse cenário que estamos vivendo no país depois do golpe. Que consigamos dialogar com o conjunto da sociedade, discutir política, a conjuntura do país, o estado de exceção que vivemos e mostrar que a saída desta crise sem a presença do povo, através de eleição indireta, é impossível", reiterou ele.

Em sua fala durante a abertura, Lula afirmou que “o preconceito não é nosso, o ódio não vem de baixo, o ódio vem de cima porque eles não querem que a gente suba nem um degrau na escala social". "Agora eles não querem nem que a gente ganhe salário no campo, querem que a gente trabalhe a troco da comida”, disse.

Dilma denunciou a perseguição jurídica e midiática que busca inviabilizar uma candidatura de Lula à Presidência da República. Ela defendeu a realização de eleições diretas, a democratização dos meios de comunicação e uma constituinte para promover as reformas e retomar a democracia no Brasil.

Em Sergipe

Na semana passada, o PT de Sergipe realizou a posse dos novos dirigentes da sigla no Estado. O presidente nacional do partido, Rui Falcão, esteve presente no evento e externou sua gratidão pelo trabalho realizado por Márcio Macêdo na Secretaria de Finanças e Planejamento e defendeu que ele continue desempenhando uma função na Direção Nacional do PT.

“Com Márcio, ganhei tranquilidade, um amigo e um conselheiro político. Precisava de alguém como ele na Secretaria de Finanças. Ele deve continuar, no cargo que desejar, pela sua capacidade, correção e trabalho", afirmou Rui.

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