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Mackenzie elege 1ª negra como presidente do CA

Tamires Gomes Sampaio, de 20 anos, foge do perfil da maioria dos alunos da instituição privada; é filha de uma militante do movimento negro, beneficiária do Prouni (programa de financiamento universitário do governo federal) e moradora de Guaianases, na periferia: "É uma revolução. Por conta do perfil da universidade, quem é conservador tem mais voz. A gente quer que quem for de esquerda, prounista, gay, feminista, também tenha chance de discutir", diz

Tamires Gomes Sampaio, de 20 anos, foge do perfil da maioria dos alunos da instituição privada; é filha de uma militante do movimento negro, beneficiária do Prouni (programa de financiamento universitário do governo federal) e moradora de Guaianases, na periferia: "É uma revolução. Por conta do perfil da universidade, quem é conservador tem mais voz. A gente quer que quem for de esquerda, prounista, gay, feminista, também tenha chance de discutir", diz (Foto: Roberta Namour)

247 – A aluna Tamires Gomes Sampaio, de 20 anos, foi eleita a 1ª mulher negra como presidente da 60ª gestão do Centro Acadêmico do Malckenzie, faculdade historicamente conservadora.

Tamires foge do perfil da maioria dos alunos da instituição privada. É filha de uma militante do movimento negro, beneficiária do Prouni (programa de financiamento universitário do governo federal) e moradora de Guaianases, na periferia.

"É uma revolução. Por conta do perfil da universidade, quem é conservador tem mais voz. A gente quer que quem for de esquerda, prounista, gay, feminista, também tenha chance de discutir", diz.