Mãe de Bernardo cometeu suicídio, diz polícia

Uma nova investigação da Polícia Civil concluiu que Odilaine Uglione, a mãe do menino Bernardo Boldrini, se suicidou; o inquérito foi reaberto a pedido do Ministério Público, cujo resultado foi remetido nesta sexta-feira (18) à Justiça; segundo laudo da perícia grafotécnica feita pelo Instituto Geral de Perícias (IGP), a letra da carta deixada por ela era mesmo de Odilaine por conta das características da escrita e grafias diferentes

Uma nova investigação da Polícia Civil concluiu que Odilaine Uglione, a mãe do menino Bernardo Boldrini, se suicidou; o inquérito foi reaberto a pedido do Ministério Público, cujo resultado foi remetido nesta sexta-feira (18) à Justiça; segundo laudo da perícia grafotécnica feita pelo Instituto Geral de Perícias (IGP), a letra da carta deixada por ela era mesmo de Odilaine por conta das características da escrita e grafias diferentes
Uma nova investigação da Polícia Civil concluiu que Odilaine Uglione, a mãe do menino Bernardo Boldrini, se suicidou; o inquérito foi reaberto a pedido do Ministério Público, cujo resultado foi remetido nesta sexta-feira (18) à Justiça; segundo laudo da perícia grafotécnica feita pelo Instituto Geral de Perícias (IGP), a letra da carta deixada por ela era mesmo de Odilaine por conta das características da escrita e grafias diferentes (Foto: Leonardo Lucena)

Rio Grande do Sul 247 - Uma nova investigação da Polícia Civil concluiu que Odilaine Uglione, a mãe do menino Bernardo Boldrini, se suicidou. O inquérito foi reaberto a pedido do Ministério Público, cujo resultado foi remetido nesta sexta-feira (18) à Justiça. Os resultados das investigações foram divulgados na manhã desta sexta-feira, em uma coletiva de imprensa em Santa Rosa, na Região Noroeste do Rio Grande do Sul.

Segundo laudo da perícia grafotécnica feita pelo Instituto Geral de Perícias (IGP), a letra da carta deixada por ela era mesmo de Odilaine por conta das características da escrita e grafias diferentes.

Em 2010, a polícia conclui que Odilaine tinha se suicidado, mas a família suspeitava que ela tivesse sido assassinada e apontava como suspeito o ex-marido dela e pai de Bernardo, o médico Leandro Boldrini. Na nova investigação, foram ouvidas 55 pessoas, inclusive Boldrini. A investigação foi aberta em maio de 2015 após a família questionar o resultado do inquérito aberto na época da morte.

O pai de Bernardo também participou da reconstituição da morte, no antigo consultório dele em Três Passos, também no Noroeste gaúcho, local onde Odilaine foi encontrada morta com um tiro na cabeça. A madrasta de Bernardo, Graciele Ugulini, também foi interrogada e investigada. A ex-secretária do consultório de Boldrini, foi ouvida na condição de testemunha.

 

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