Maluf continua na lista de procurados da Interpol

"Não é verdade que Maluf saiu da lista da Interpol. O processo e a ordem de prisão contra ele não foram revogadas", afirmou o promotor Silvio Marques, após receber o comunicado de Nova York; a única mudança que ocorreu foi que as fotos de Maluf e de seu filho, Flávio Maluf, saíram do site da Interpol (Organização Internacional de Polícia Criminal) por motivo de segurança

"Não é verdade que Maluf saiu da lista da Interpol. O processo e a ordem de prisão contra ele não foram revogadas", afirmou o promotor Silvio Marques, após receber o comunicado de Nova York; a única mudança que ocorreu foi que as fotos de Maluf e de seu filho, Flávio Maluf, saíram do site da Interpol (Organização Internacional de Polícia Criminal) por motivo de segurança
"Não é verdade que Maluf saiu da lista da Interpol. O processo e a ordem de prisão contra ele não foram revogadas", afirmou o promotor Silvio Marques, após receber o comunicado de Nova York; a única mudança que ocorreu foi que as fotos de Maluf e de seu filho, Flávio Maluf, saíram do site da Interpol (Organização Internacional de Polícia Criminal) por motivo de segurança (Foto: Roberta Namour)
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247 – A ordem internacional de prisão contra o deputado federal Paulo Maluf (PP-SP) continua válida. "Não é verdade que Maluf saiu da lista da Interpol. O processo e a ordem de prisão contra ele não foram revogadas", afirmou o promotor Silvio Marques, após receber o comunicado de Nova York.

A única mudança que ocorreu foi que as fotos de Maluf e de seu filho, Flávio Maluf, saíram do site da Interpol (Organização Internacional de Polícia Criminal) por motivo de segurança.

O deputado foi incluído no sistema em 2010, com ordem de prisão válida para 181 países, porque parte do dinheiro desviado na obra da avenida Água Espraiada, atual Roberto Marinho, passou por um banco de Nova York antes de chegar em Jersey, um paraíso fiscal.

O desvio total das obras, orçadas em R$ 800 milhões, chegou a R$ 550 milhões, segundo dados da Procuradoria Geral da República.

Leia aqui na reportagem de Mario Cersar Carvalho. 

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