Manifestantes contra PEC dos Gastos tentam invadir a Assembleia

Um grupo de manifestantes, com bandeiras do Movimento dos Sem Terra, tentou invadir a Assembleia Legislativa em protesto contra a PEC dos Gastos, contra o golpe e a Rede Globo; depois de queimar caixões, cartazes e madeira no pátio externo em frente ao Palácio Petrôno Portela, os manifestantes tentaram invadir o prédio, mas foram contidos por policiais militares que fazem a guarda do Legislativo

Um grupo de manifestantes, com bandeiras do Movimento dos Sem Terra, tentou invadir a Assembleia Legislativa em protesto contra a PEC dos Gastos, contra o golpe e a Rede Globo; depois de queimar caixões, cartazes e madeira no pátio externo em frente ao Palácio Petrôno Portela, os manifestantes tentaram invadir o prédio, mas foram contidos por policiais militares que fazem a guarda do Legislativo
Um grupo de manifestantes, com bandeiras do Movimento dos Sem Terra, tentou invadir a Assembleia Legislativa em protesto contra a PEC dos Gastos, contra o golpe e a Rede Globo; depois de queimar caixões, cartazes e madeira no pátio externo em frente ao Palácio Petrôno Portela, os manifestantes tentaram invadir o prédio, mas foram contidos por policiais militares que fazem a guarda do Legislativo (Foto: Leonardo Lucena)

247, com Piauí Hoje - Um grupo de manifestantes, com bandeiras do Movimento dos Sem Terra, tentou invadir a Assembleia Legislativa na manhã desta quinta-feira, 1º de dezembro, em protesto contra a PEC dos Gastos, contra o golpe e a Rede Globo. Depois de queimar caixões, cartazes e madeira no pátio externo em frente ao Palácio Petrôno Portela, os manifestantes tentaram invadir o prédio, mas foram contidos por policiais militares que fazem a guarda do Legislativo.

A PEC dos Gastos prevê que, durante 20 anos, as despesas públicas de um ano sejam correspondentes à do ano anterior corrigidas apenas pela inflação. A proposta vai diminuir investimentos em áreas essenciais como saúde, educação e segurança.

Inclusive, na página 9 do documento "A Ponte para o Futuro", divulgado pelo presidente Michel Temer, no ano passado, quando o peemedebista era vice de Dilma Rousseff, consta que, para atingir o equilíbrio fiscal, "é necessário em primeiro lugar acabar com as vinculações constitucionais estabelecidas, como no caso dos gastos com saúde e com educação".

Ainda de acordo com o documento (página 19), o "Brasil gasta muito com políticas públicas com resultados piores do que a maioria dos países relevantes".

 

Outros protestos também aconteceram na manhã de hoje em frente ao Palácio de Kasrnak, sede do Executivo estadual, e no Palácio da Justiça, sede do Judiciário.

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