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Manifestantes ficam feridos em discussão do ‘Escola Sem Partido’ na Câmara de Guarulhos

Terminou com confusão uma sessão na Câmara Municipal de Guarulhos que discutia o projeto Escola Sem Partido; a Guarda Civil Municipal (GCM) usou balas de borracha, spray de pimenta e bombas de efeito moral para controlar a tumulto no Legislativo municipal; clamado por setores religiosos e de direita, o projeto limita a atuação de professores em salas de aula, o que aumenta a dificuldade de haver consenso entre apoiadores e opositores da proposta

Terminou com confusão uma sessão na Câmara Municipal de Guarulhos que discutia o projeto Escola Sem Partido; a Guarda Civil Municipal (GCM) usou balas de borracha, spray de pimenta e bombas de efeito moral para controlar a tumulto no Legislativo municipal; clamado por setores religiosos e de direita, o projeto limita a atuação de professores em salas de aula, o que aumenta a dificuldade de haver consenso entre apoiadores e opositores da proposta (Foto: Leonardo Lucena)

247 - Terminou com confusão uma sessão na Câmara Municipal de Guarulhos que discutia o projeto Escola Sem Partido. A proposta busca evitar a chamadas "doutrinas pedagógicas". Aclamado por setores religiosos e de direita, o projeto limita a atuação de professores em salas de aula, o que aumenta a dificuldade de haver consenso entre apoiadores e opositores da proposta.

A Guarda Civil Municipal (GCM) usou balas de borracha, spray de pimenta e bombas de efeito moral para controlar a tumulto no Legislativo municipal. 

Na sessão desta quinta-feira (3), foi feito um cordão de isolamento para separar manifestantes pró e contra o projeto, de autoria do vereador Laércio Sandes (DEM). 

Segundo o Estadão, a Prefeitura de Guarulhos apenas informou que a GCM interveio para evitar maiores tumultos.