Manuela: não há prova contra Lula e eleição sem ele agrava crise política

Confirmada oficialmente neste fim de semana como pré-candidata à Presidência pelo PC do B, a deputada estadual Manuela D'Ávila (RS), 36, defendeu a candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva; para ela, o juiz Sergio Moro o condenou sem "nenhuma prova"; "O que acho é que a eleição sem o Lula seria um episódio de agravamento da crise política", resume; Manuela destaca em sua campanha a questão da violência e critica a abordagem de Jair Bolsonaro sobre o tema, que para ela se resume a "jargões de internet"

Lula participa do 14º Congresso do PCdoB no Centro de Convenções Brasil21, em Brasília. manuela
Lula participa do 14º Congresso do PCdoB no Centro de Convenções Brasil21, em Brasília. manuela (Foto: Giuliana Miranda)
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Rio Grande do Sul 247 - A deputada estadual Manuela D'Ávila (PC do B-RS), 36, confirmada oficialmente neste fim de semana como pré-candidata à Presidência, defendeu a candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva à Presidência em 2018. 

"Eu defendo que o presidente Lula receba o tratamento que defendo para todos os brasileiros. Que as pessoas só sejam condenadas quando provas forem apresentadas. Todo o processo de julgamento dele é construído com uma base não sólida. Não há nenhuma prova", afirmou.

A deputada alerta para os riscos de um pleito sem o petista: "acho é que a eleição sem o Lula seria um episódio de agravamento da crise política.

Descarta abandonar a sua candidatura para fazer uma aliança com o PT, como vice?
Não descarto absolutamente nada, em nenhuma dimensão da minha vida. Aprendi que precisamos estar abertos às possibilidades. Isso significa que minha candidatura não é para valer? Não. Minha candidatura foi construída porque acreditamos que temos saídas para o Brasil.

Manuela escolheu como um dos eixos de seu programa de governo o combate à violência. Coincidência ou não, tema ligado ao concorrente que gravita no campo político oposto ao seu, Jair Bolsonaro (PSC-RJ). Ela diz que as propostas do rival se resumem a "jargões de internet".

As informações são de reportagem de Ranier Bragon na Folha de S.Paulo.

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