Marcelo discutirá com PMDB-TO se apoiará o golpe

O governador do Tocantins, Marcelo Miranda (PMDB), afirmou que seu posicionamento sobre o impeachment da predisente Dilma Rousseff será discutido com lideranças do partido; "O governo será respaldado, pontualmente, com base no diálogo e no consenso defendido pela maioria, de forma a garantir o exercício da democracia", disse; o PT-TO ainda discutirá sua permanência ou saída da base de Marcelo; a posição contra o impeachment não é unânime dentro do PMDB-TO; a ministra Kátia Abreu, por exemplo, já disse que a renúncia da presidente seria fruto de um golpe; já a deputada Josi Nunes defende a saída de Dilma

O governador do Tocantins, Marcelo Miranda (PMDB), afirmou que seu posicionamento sobre o impeachment da predisente Dilma Rousseff será discutido com lideranças do partido; "O governo será respaldado, pontualmente, com base no diálogo e no consenso defendido pela maioria, de forma a garantir o exercício da democracia", disse; o PT-TO ainda discutirá sua permanência ou saída da base de Marcelo; a posição contra o impeachment não é unânime dentro do PMDB-TO; a ministra Kátia Abreu, por exemplo, já disse que a renúncia da presidente seria fruto de um golpe; já a deputada Josi Nunes defende a saída de Dilma
O governador do Tocantins, Marcelo Miranda (PMDB), afirmou que seu posicionamento sobre o impeachment da predisente Dilma Rousseff será discutido com lideranças do partido; "O governo será respaldado, pontualmente, com base no diálogo e no consenso defendido pela maioria, de forma a garantir o exercício da democracia", disse; o PT-TO ainda discutirá sua permanência ou saída da base de Marcelo; a posição contra o impeachment não é unânime dentro do PMDB-TO; a ministra Kátia Abreu, por exemplo, já disse que a renúncia da presidente seria fruto de um golpe; já a deputada Josi Nunes defende a saída de Dilma (Foto: Leonardo Lucena)

Tocantins 247 - O governador do Tocantins, Marcelo Miranda (PMDB), afirmou que seu posicionamento sobre o impeachment com lideranças do do partido. "O governo será respaldado, pontualmente, com base no diálogo e no consenso defendido pela maioria, de forma a garantir o exercício da democracia", disse o governo, em nota ao Jornal do Tocantins. 

O presidente do PT no Estado, Júlio César Brasil, afirmou que ainda não há uma definição sobre a saída do partido da base de apoio de Marcelo Miranda. Segundo o Jornal do Tocantins, o petista informou que conversou com o chefe do executivo tocantinense na segunda-­feira (28), buscando seu apoio para sensibilizar as deputadas Josi Nunes e Dulce Miranda, esposa do governador, ambas do PMDB, para que vote em favor da presidente Dilma.

A deputada federal Josi Nunes (PMDB) disse, na semana passada, que "o impeachment é uma realidade e não um golpe".

Katia Abreu defende governo

Minutos antes de o PMDB desembarcar do governo, a ministra de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Kátia Abreu (PMDB-TO), reforçou sua posição contrária ao impeachment.

"Temos que admitir que as pessoas estão nervosas e contrariadas com relação a toda corrupção nos governos do PT e que a presidente está com baixa popularidade, mas tenho convicção de que o impeachment da forma como está colocado é golpe", disse ela à rádio CBN. "Nós brasileiros não temos o direito de sermos imprudentes com o processo de impeachment".


 

 

 

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