Marco Maia sobre o golpe: a fragilidade da confraria do horror é evidente

"O golpe, caros leitores, não tem mais condições de violentar a democracia. Não há por que subestimá-lo, mas também não há por que superestimá-lo. A fragilidade da confraria do horror é evidente", afirmou o deputado federal Marco Maia (PT-RS) no Twitter

Marco Maia sobre o golpe: a fragilidade da confraria do horror é evidente
Marco Maia sobre o golpe: a fragilidade da confraria do horror é evidente (Foto: Renato Araújo - Câmara dos Deputados)

Rio Grande do Sul 247 - O deputado federal Marco Maia (PT-RS) bateu pesado no governo Michel Temer por causa de uma agenda que deixa o crescimento econômico estagnado, vende empresas estratégicas para o País e corta direitos sociais.

"O golpe, caros leitores, não tem mais condições de violentar a democracia. Não há por que subestimá-lo, mas também não há por que superestimá-lo. A fragilidade da confraria do horror é evidente", disse o parlamentar no Twitter.

Economistas estimam que seriam criados até 1 milhão de novos postos de trabalho em 2018, mas o número foi cortado para menos da metade, entre 350 mil e 452 mil, de acordo com as novas projeções de cinco consultorias ouvidas pelo G1. Atualmente, o País tem 13 milhões de desempregados, de acordo com levantamento divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), no final do mês passado.

O IBGE havia divulgado outros dados preocupantes: 3,1 milhões de brasileiros procuram emprego há mais de 2 anos, sendo maior número da série histórica da pesquisa, iniciada em 2012. O dado é o equivalente a toda a população do Uruguai ou a toda a população de Brasília.

Outro dado apresentado pelo IBGE assusta: a taxa de subutilização da força de trabalho no Brasil encerrou o segundo trimestre do ano em 24,6%, o que representa 27,6 milhões de pessoas que se encontram desocupadas e subocupadas por insuficiência de horas, além da força de trabalho potencial. As informações constam da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio Contínua (Pnad Contínua).

Sobre o PIB, depois de projeções apontando alta de quase 3% no PIB para este ano, as previsões atuais dão conta de que o crescimento será inferior a 2%. 

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