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Marconi busca acordo para congelar tarifa de ônibus

Durante reunião no Palácio Pedro Ludovico Teixeira com prefeitos e empresários do transporte coletivo, governador propõe investir R$ 4,5 milhões/mês em recursos estaduais para evitar que usuário arque com a gratuidade de idosos, portadores de necessidades especiais e militares; às demais prefeituras da região metropolitana, que resistem alegando falta de recursos, caberia o rateio de outros R$ 4,3 milhões/mês; "Estou cumprindo a parte do dever do Estado para que não aconteça nenhum aumento na tarifa”, disse Marconi, cuja gestão já banca a universalização do passe livre estudantil; prefeitos querem prazo até 2015

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Governador / Reunião pacto do transporte coletivo de região metropolitano. Na foto governador Marconi Perillo, Paulo Garcia prefeito Goiânia, Maguito Vilela prefeito de Aparecida de Goiânia. Fotos Rodrigo Cabral (Foto: José Barbacena)
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Goiás247 - O governador Marconi Perillo (PSDB) reuniu-se nessa quinta-feira (10), no Palácio Pedro Ludovico Teixeira, com prefeitos da Região Metropolitana e empresários do transporte coletivo para buscar uma solução que impedisse o reajuste da passagem de ônibus, mas por conta das prefeituras não foi possível chegar a uma solução definitiva.

A proposta colocada na mesa sugeria que o poder público - governo e prefeituras - arcasse com o custo oriundo das viagens dos passageiros que têm direito à gratuidade, como idosos, portadores de necessidades especiais e militares. Esse custo gira em torno de R$ 8,8 milhões e hoje é bancado pelos usuários que pagam o bilhete cheio. Caso houvesse entendimento de todos, seria possível congelar a tarifa em R$ 2,70.

O Estado comprometeu-se a assumir metade do custo - ou seja, R$ 4,5 milhões por mês. O problema é que, sob alegação de dificuldades financeiras, os prefeitos disseram que são incapazes de arcar com o subsídio no momento. Pediram que o desembolso só aconteça a partir de 1° de janeiro de 2015. "O Estado de Goiás assumiu 50% do subsídio do pagamento das gratuidades. Isso foi uma grande decisão do governador”, afirmou Décio Caetano, presidente do Sindicato das Empresas do Transporte Coletivo (Setransp).

"Estou cumprindo a parte do dever do Estado para que não aconteça nenhum aumento na tarifa”, disse Marconi após a reunião. “Nós assumimos uma responsabilidade muito grande e queremos resultados com ônibus novos e no melhoramento do transporte. Que não fique dúvidas de que estou procurando fazer minha parte para melhorar o serviço que é oferecido. O Passe Livre Estudantil universal, por exemplo, foi uma decisão minha”.

A partir desse novo cenário, caberá à Companhia Metropolitana de Transporte Coletivo (CMTC) refazer os cálculos tarifários e à Câmara Deliberativa do Transporte Coletivo (CDTC) definir se haverá ou não reajuste. A reunião da CDTC ainda não foi convocada pelo presidente do colegiado, o secretário de Infraestrutura, Cidades e Assuntos Metropolitanos, João Balestra.

Com base nesse novo entendimento, que resgata o equilíbrio da tarifa, as empresas concessionárias do transporte coletivo comprometeram-se com o governador a investir, de imediato, em melhorias no sistema. No próximo encontro da CDTC será lida uma pauta de itens que representarão avanços substanciais no serviço que é prestado à população.

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