Marconi: emergência no combate ao Aedes Aegypti

Decisão é motivada pelo risco de epidemia de dengue e febre amarela e da ocorrência dos vírus zika e chikungunya no Estado, bem como pelas ocorrências de microcefalias no Brasil; governador informou que serão alocados R$ 10 milhões para o combate ao mosquito, “com ampla campanha e, se possível, com o envolvimento do Exército em Goiás, junto com as forças de Segurança do Estado”; "Já conversei com os prefeitos de Goiânia, Ceres e Aparecida, que apoiaram a iniciativa e vão seguir a mesma ação"

Decisão é motivada pelo risco de epidemia de dengue e febre amarela e da ocorrência dos vírus zika e chikungunya no Estado, bem como pelas ocorrências de microcefalias no Brasil; governador informou que serão alocados R$ 10 milhões para o combate ao mosquito, “com ampla campanha e, se possível, com o envolvimento do Exército em Goiás, junto com as forças de Segurança do Estado”; "Já conversei com os prefeitos de Goiânia, Ceres e Aparecida, que apoiaram a iniciativa e vão seguir a mesma ação"
Decisão é motivada pelo risco de epidemia de dengue e febre amarela e da ocorrência dos vírus zika e chikungunya no Estado, bem como pelas ocorrências de microcefalias no Brasil; governador informou que serão alocados R$ 10 milhões para o combate ao mosquito, “com ampla campanha e, se possível, com o envolvimento do Exército em Goiás, junto com as forças de Segurança do Estado”; "Já conversei com os prefeitos de Goiânia, Ceres e Aparecida, que apoiaram a iniciativa e vão seguir a mesma ação" (Foto: Realle Palazzo-Martini)
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Goiás 247 - O governador Marconi Perillo decidiu ontem, após reunião com outros 15 colegas e a presidente Dilma Rousseff, em Brasília, decretar Emergência em Saúde Pública, em Goiás, por 180 dias. A decisão é motivada pelo risco de epidemia de dengue e febre amarela, e da ocorrência dos vírus zika e chikungunya no Estado, bem como pelas ocorrências de microcefalias no Brasil.

O decreto segue portaria do Ministério da Saúde, que declara Emergência de Importância Nacional e autoriza a adoção de todas as medidas administrativas necessárias à contenção da epidemia (veja tópicos abaixo). O documento leva em conta a proliferação de quatro tipos de dengue em diversos Estados brasileiros, além dos vírus zika e chikungunya, ambos transmitidos pelo mosquito “Aedes aegypti”, que apresenta altos índices de infestação no Estado.

A decisão levou em conta que os vírus zika e chikungunya, introduzidos no Brasil em meados de 2014, são de pouco conhecimento no mundo, o que vem exigindo dos órgãos de saúde pública do País a emissão de alertas para que sejam adotadas medidas emergenciais de combate a essas patologias.

No Twitter, Marconi informou que serão alocados R$ 10 milhões para o combate ao mosquito, “com ampla campanha e, se possível, com o envolvimento do Exército em Goiás, junto com as forças de Segurança do Estado”. O governador também se mostrou otimista em relação à ampla adesão dos municípios no combate à ameaça de epidemia. “Já conversei com os prefeitos de Goiânia, Ceres e Aparecida, que apoiaram a iniciativa e vão seguir a mesma ação, junto com outros municípios”, postou no microblog.

Microcefalia
O decreto também leva em conta a preocupação do Ministério da Saúde, de relação entre o aumento do número de casos de microcefalia e o zika vírus, em virtude da ocorrência de milhares de casos no Brasil, bem como o impacto familiar e social decorrente dessa malformação congênita e a necessidade de acompanhamento e suporte às pessoas afetadas – gestantes e crianças e mulheres que deram à luz recentemente. Há ainda suspeita de potencial transmissão, pelo mesmo mosquito, de Febre Mayaro, bem como a ligação do inseto com a Síndrome de Guillain Barré, que causa debilidade de difícil recuperação.

Ainda no documento assinado pelo governador é apontada a necessidade de ações das três esferas de gestão do SUS para amenizar e coibir os danos e prejuízos provocados pelas ocorrências de microcefalia. O documento destaca que a dengue é doença de notificação compulsória às autoridades sanitárias e que a situação demanda o emprego urgente de medidas de prevenção, controle e contenção de riscos, danos e agravos à saúde pública.

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