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Marconi: 'Oposição quer o povo contra a Polícia'

Governador se reuniu com membros do Corpo de Bombeiros e da Polícia Militar e voltou a defender a atuação da polícia goiana; "Com ataques politiqueiros, a oposição não quer só colocar a sociedade contra o governo, mas também contra a polícia de uma maneira geral", afirmou Marconi; o tema segurança pública ocupa o centro dos debates devido aos assassinatos misteriosos de mulheres em Goiânia; candidatos da oposição têm focado suas críticas na política de segurança do governo estadual; Marconi determinou a criação de uma força-tarefa e concentração total de todas as divisões da polícia na investigação dos casos

Governador se reuniu com membros do Corpo de Bombeiros e da Polícia Militar e voltou a defender a atuação da polícia goiana; "Com ataques politiqueiros, a oposição não quer só colocar a sociedade contra o governo, mas também contra a polícia de uma maneira geral", afirmou Marconi; o tema segurança pública ocupa o centro dos debates devido aos assassinatos misteriosos de mulheres em Goiânia; candidatos da oposição têm focado suas críticas na política de segurança do governo estadual; Marconi determinou a criação de uma força-tarefa e concentração total de todas as divisões da polícia na investigação dos casos (Foto: José Barbacena)
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Goiás247 - O governador Marconi Perillo (PSDB) foi recebido por membros do Corpo de Bombeiros Militar e da Polícia Militar para reunião organizada pelas próprias categorias na Fundação Tiradentes, em Goiânia. Na noite desta quinta-feira (7/8), o candidato tucano voltou a defender a polícia goiana, criticando o discurso demagógico dos adversários.

E lamentou: "Com ataques politiqueiros, a oposição não quer só colocar a sociedade contra o governo, mas também contra a polícia de uma maneira geral"."Tenho, assim como milhares de goianos, muito orgulho de nossas polícias", disse Marconi.

Ao público presente, formado também por familiares dos militares, Marconi relembrou os feitos de seu governo e comparou a realidade do funcionalismo público, hoje, com gestões anteriores ao seu primeiro governo. "Quando nós assumimos em 1999, me reuni com integrantes das polícias Militar e Civil, que me apresentaram uma série de pedidos de melhorias e outras reivindicações. Coisas que não passam da obrigação de um governante, como pagar o salário em dia, pagar o piso salarial, oferecer condições dignas de trabalho, e, acima de tudo, respeito à classe", ressaltou. “Cumprimos tudo o que foi acordado e fomos muito além”, acrescentou.

Comparação

O comandante-geral da Polícia Militar de Goiás, Coronel Sílvio Benedito, foi ainda mais enfático ao comparar gestões. "No passado, nós, policiais, trabalhávamos em viaturas sucateadas, veículos Fiat 147 que não tinham nem sequer combustível. Era sempre uma humilhação ter que chegar aos comerciantes e prefeitos do interior pedindo auxílio para abastecer e empurrar os veículos estragados. Antes de 1999, armamento era revólver 38, de segunda mão e que foram emprestados pela polícia do Rio de Janeiro. E tínhamos apenas cinco munições por policial, pois essa era a cota. Os salários eram ridículos, ganhávamos R$ 572, em valores atualizados, mas a verdade é que o vencimento era de R$ 130, um salário mínimo", declarou.

O coronel lamentou ainda a maneira como candidatos da oposição discutem o tema segurança pública e se esquecem de retratar a situação real dos policiais. "A oposição quer criar factoides e não mostra que a atual gestão faz um grande esforço para valorizar os servidores públicos da segurança. Coisa que eles, quando estiveram no poder, nunca fizeram. Não se lembram da greve de 1997, quando, de soldados a coronéis, todos paralisaram os serviços pedindo um reajuste digno. Sabe o que nos ofereceram? R$ 100 de aumento. Uma piada", relembrou.

Modernidade

O governador também comemorou os avanços desta gestão e alfinetou a falta de compromisso dos adversários com o Estado: "Nossa realidade agora é outra. Nosso principal opositor comandou Goiás há 30 anos... As coisas não são mais as mesmas. Hoje, despacho com meus secretários via WhatsApp. E a modernidade manifesta-se em tudo; nossa polícia é moderna, com equipamentos de ponta e de alta tecnologia. Só neste governo, vamos trocar a frota de viaturas pela terceira vez. Coisa que, quando eles tiveram a oportunidade, nunca fizeram. Serão 2,2 mil veículos".

Para Marconi, os policiais e o funcionalismo público em geral só têm a ganhar com a reeleição dele: "Não tenham dúvida que vamos continuar valorizando nossa polícia e nossos servidores. As mudanças que fizemos no Estado vieram para ficar, tenham certeza disso". Ao final, o governador pediu ainda que os presentes disseminassem a mensagem da coligação Garantia de um Futuro Melhor e mostrassem às pessoas que há um grande projeto sendo desenvolvido.