Marconi sobre Simve: "decisão do judiciário a gente respeita e acata"

STF declarou inconstitucional o Serviço Militar Voluntário empregado em Goiás, que levou 2,5 mil homens do Exército para a Polícia Militar; "Fizemos um curso, colocamos esses homens nas ruas. Isso significou 2.500 homens a mais na defesa social, na defesa do povo contra a violência, contra a criminalidade. Uma das alternativas será trabalhar junto ao Congresso para que uma proposta de emenda à Constituição seja aprovada e, com isso, essas questões relacionadas à inconstitucionalidade possam ser afastadas", disse o governador

STF declarou inconstitucional o Serviço Militar Voluntário empregado em Goiás, que levou 2,5 mil homens do Exército para a Polícia Militar; "Fizemos um curso, colocamos esses homens nas ruas. Isso significou 2.500 homens a mais na defesa social, na defesa do povo contra a violência, contra a criminalidade. Uma das alternativas será trabalhar junto ao Congresso para que uma proposta de emenda à Constituição seja aprovada e, com isso, essas questões relacionadas à inconstitucionalidade possam ser afastadas", disse o governador
STF declarou inconstitucional o Serviço Militar Voluntário empregado em Goiás, que levou 2,5 mil homens do Exército para a Polícia Militar; "Fizemos um curso, colocamos esses homens nas ruas. Isso significou 2.500 homens a mais na defesa social, na defesa do povo contra a violência, contra a criminalidade. Uma das alternativas será trabalhar junto ao Congresso para que uma proposta de emenda à Constituição seja aprovada e, com isso, essas questões relacionadas à inconstitucionalidade possam ser afastadas", disse o governador (Foto: José Barbacena)

Goiás 247 - O governador Marconi Perillo (PSDB) comentou nesta sexta-feira a decisão do Supremo Tribunal Federal que considerou ilegal a lei que institui em Goiás o Serviço Militar Voluntário. Nos últimos dois anos, o governo estadual empregou 2,5 mil oficiais do Exército na Polícia Militar. O STF afirma que a medida afronta a Constituição porque os agentes entraram no serviço público sem a realização de concurso.

Veja as respostas de Marconi:

Como o senhor analisa a decisão do STF barrando o Simve?

Marcon Perillo – Olha, decisão do judiciário a gente respeita e acata. O que nós vamos fazer agora é aguardar os termos da decisão final e procurar as alternativas para que a sociedade possa continuar tendo policiais nas ruas. Com o Simve, nós conseguimos recrutar policiais bem formados no Exército, homens que passaram cinco a sete anos lá. Foram muito bem treinados no Exército. Fizemos um curso, colocamos esses homens nas ruas. Isso significou 2.500 homens a mais na defesa social, na defesa do povo contra a violência, contra a criminalidade.

 O que fazer agora depois dessa decisão?

Marconi Perillo - Uma das alternativas nossas será trabalhar junto ao Congresso Nacional para que uma proposta de emenda à Constituição seja aprovada e, com isso, essas questões relacionadas à inconstitucionalidade possam ser afastadas.

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