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Marina descarta formar chapa com Eduardo Campos

A ex-ministra de Meio Ambiente, Marina Silva, afirmou que ela e o governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), que pode ser candidato a presidente da República, percorrem caminhos diferentes e têm visões distintas sobre o Brasil; a declaração praticamente encerra as especulações em torno de uma possível composição com o socialista visando formar uma chapa para 2014; segunda ela, o que está em jogo é uma disputa de “visão de País”

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PE247 – A ex-ministra de Meio Ambiente Marina Silva afirmou que ela e o governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), que pode ser candidato a presidente da República em 2014, percorrem caminhos diferentes e têm visões distintas sobre o Brasil. Com a declaração, Marina praticamente encerra as especulações sobre uma possível composição com o socialista visando formar uma chapa para disputar a Presidência da República em 2014. Segunda ela, está em jogo uma disputa de “visão de País”.

“Acho que é legítimo que ele (Eduardo) queira ser candidato. É uma liderança histórica, mas temos posições diferentes. Não tem problema nenhum em conversarmos, mas preferimos um outro caminho. Está em disputa uma visão de País”, afirmou Marina, em entrevista ao programa Roda Viva, da TV Cultura, na última segunda-feira (18).

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Apesar da ex-ministra ter afastado a possibilidade de ingressar em uma possível chapa socialista, muito embora não tenha fechado totalmente as portas para esta possibilidade, outros articuladores, como o secretário estadual de Meio Ambiente, Sérgio Xavier, e o deputado federal Alfredo Sirkis (PV-RJ), defendem uma aproximação do Rede Sustentabilidade com o PSB do governador Eduardo Campos.

Porém, tanto o dirigente quanto o parlamentar não deixaram clara as suas posições sobre a possibilidade de se formar uma chapa entre o gestor e Marina. Isso porque a ex-verde corre o risco de não conseguir as 491 mil assinaturas necessárias para criar e, em consequência, estruturar o partido para se lançar como candidata a presidenta em 2014. Diante das especulações a respeito do assunto, Marina afirmou que vai criar um novo partido, mas não pensando nas próximas eleições. “Se eu tivesse pensando em eleição, eu teria ficado no PV”, declarou.

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 "Não estamos fazendo um movimento para tirar pessoas dos outros partidos. As pessoas que estão neste movimento são donas de casa, trabalhadores, universitários, estudiosos. É um perfil diferente de ativismo autoral”, acrescentou a ex-ministra, que entende como “ativismo autoral” a maneira espontânea de as pessoas se reunirem para fundar uma nova legenda em prol da mudança nos âmbitos político, econômico, social, ambiental e de valores.

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