Maternidade Dona Iris suspende exames, consultas e cirurgias

O colapso na saúde municipal de Goiânia novamente chega à Maternidade Dona Iris; unidade, que chegou a fechar as portas no mês passado, agora suspendeu consultas, cirurgias e exames; desde o ano passado, a Maternidade sofre com problemas financeiros; salários de funcionários estão atrasados, faltam alimentos e existe um rombo milionário nas contas porque a prefeitura de Goiânia deixou de passar cerca de R$ 1,5 milhão por mês

O colapso na saúde municipal de Goiânia novamente chega à Maternidade Dona Iris; unidade, que chegou a fechar as portas no mês passado, agora suspendeu consultas, cirurgias e exames; desde o ano passado, a Maternidade sofre com problemas financeiros; salários de funcionários estão atrasados, faltam alimentos e existe um rombo milionário nas contas porque a prefeitura de Goiânia deixou de passar cerca de R$ 1,5 milhão por mês
O colapso na saúde municipal de Goiânia novamente chega à Maternidade Dona Iris; unidade, que chegou a fechar as portas no mês passado, agora suspendeu consultas, cirurgias e exames; desde o ano passado, a Maternidade sofre com problemas financeiros; salários de funcionários estão atrasados, faltam alimentos e existe um rombo milionário nas contas porque a prefeitura de Goiânia deixou de passar cerca de R$ 1,5 milhão por mês (Foto: José Barbacena)

Goiás 247 - O colapso na saúde municipal de Goiânia novamente chega à Maternidade Dona Iris. A unidade, que chegou a fechar as portas no mês passado, agora suspendeu consultas, cirurgias e exames. Desde o ano passado, a Maternidade sofre com problemas financeiros. Salários de funcionários estão atrasados, faltam alimentos e existe um rombo milionário nas contas porque a prefeitura de Goiânia deixou de passar cerca de R$ 1,5 milhão por mês.

A Secretaria de Saúde diz que o problema financeiro é grave. Serão suspensos por mês cerca de 1.200 ultrassonografias e 60 cirurgias, além de 1.200 consultas. Para funcionar, a unidade precisa de cerca de R$ 4,7 milhões. 

Nos Cais, a situação não é muito diferente. Continua o impasse entre a prefeitura de Goiânia e os médicos temporários. Os profissionais se recusam a firmar novo contrato. Sem a quantidade suficiente de médicos, o atendimento está comprometido e os pacientes aguardam horas pela consulta.

 

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