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Maurício Quintella nega ida para ministério

O deputado federal Maurício Quintella (PR-AL) negou, através das redes sociais, que irá assumir o cargo de ministro de Minas e Energia numa suposta troca que teria como o objetivo enfraquecer o pedido de impeachment da presidente Dilma (PT); o parlamentar destacou que é contra que membros da sigla assumam qualquer cargo federal durante o processo de impeachment; Fiesp publicou anúncio em um jornal local orientando os leitores, como forma de pressão, a perguntarem ao deputado “de que lado ele está”

O deputado federal Maurício Quintella (PR-AL) negou, através das redes sociais, que irá assumir o cargo de ministro de Minas e Energia numa suposta troca que teria como o objetivo enfraquecer o pedido de impeachment da presidente Dilma (PT); o parlamentar destacou que é contra que membros da sigla assumam qualquer cargo federal durante o processo de impeachment; Fiesp publicou anúncio em um jornal local orientando os leitores, como forma de pressão, a perguntarem ao deputado “de que lado ele está” (Foto: Voney Malta)

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Alagoas 247 - O líder do Partido da República (PR) na Câmara Federal, deputado Maurício Quintella, negou, nesta sexta-feira (1º), por meio das redes sociais, que vá assumir o cargo de ministro de Minas e Energia numa suposta troca que teria como o objetivo enfraquecer o pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT), que deve ser levado para o plenário do parlamento neste mês de abril. 

De acordo com Quintella, alguns veículos de comunicação nacional e do estado de Alagoas divulgaram a informação de que ele estaria assumindo o Ministério de Minas e Energia de "forma errada". O deputado é vice-presidente da Comissão do impeachment e já revelou que só vai se posicionar sobre o voto a favor ou contra quando os deputados debaterem todo o conteúdo que pede o afastamento de Dilma da presidência da República. 

"A informação veiculada pela imprensa não procede. Como disse anteriormente, sou contra que qualquer membro do meu partido assuma qualquer cargo no governo durante o processo de impedimento de Dilma. Manifestei essa posição durante toda semana", expôs Quintella em um breve comunicado nas redes sociais.  

E nesta sexta-feira (01) um anúncio de página inteira em um jornal local, assinado pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), mandava os eleitores  perguntarem ao deputado “de que lado ele está”. O anúncio é assinado pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).

Com a saída do PMDB da base de apoio do governo Dilma, interlocutores, entre eles o ex-presidente Luis Inácio Lula da Silva, iniciaram uma peregrinação na Câmara Federal em busca de siglas pequenas que possam inviabilizar o processo de admissibilidade do impeachment. Se aceito, o pedido segue para o Senado.

Com gazetaweb.com

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