Mensalão tucano: Azeredo ganha prazo para recorrer

Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJ-MG) concedeu um prazo de até a segunda-feira (9) para a defesa do ex-governador do Estado e ex-presidente do PSDB Eduardo Azeredo apelar da sentença que o condenou a 20 anos e 10 meses de prisão por peculato e lavagem de dinheiro no escândalo do mensalão tucano; o prazo de oito dias úteis começa a ser contado a partir do dia 2 de maio; se o TJ decidir manter a condenação o ex-governador poderá ser preso

Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJ-MG) concedeu um prazo de até a segunda-feira (9) para a defesa do ex-governador do Estado e ex-presidente do PSDB Eduardo Azeredo apelar da sentença que o condenou a 20 anos e 10 meses de prisão por peculato e lavagem de dinheiro no escândalo do mensalão tucano; o prazo de oito dias úteis começa a ser contado a partir do dia 2 de maio; se o TJ decidir manter a condenação o ex-governador poderá ser preso
Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJ-MG) concedeu um prazo de até a segunda-feira (9) para a defesa do ex-governador do Estado e ex-presidente do PSDB Eduardo Azeredo apelar da sentença que o condenou a 20 anos e 10 meses de prisão por peculato e lavagem de dinheiro no escândalo do mensalão tucano; o prazo de oito dias úteis começa a ser contado a partir do dia 2 de maio; se o TJ decidir manter a condenação o ex-governador poderá ser preso (Foto: Leonardo Lucena)
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Minas 247 - O Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJ-MG) concedeu um prazo de até a segunda-feira (9) para a defesa do ex-governador do Estado e ex-presidente do PSDB Eduardo Azeredo apelar da sentença que o condenou a 20 anos e 10 meses de prisão por peculato e lavagem de dinheiro no escândalo do mensalão tucano. O prazo de oito dias úteis começa a ser contado a partir do dia 2 de maio. Se o TJ decidir manter a condenação o ex-governador poderá ser preso.

Azeredo é o único filiado ao PSDB condenado por envolvimento no esquema que desviou ao menos R$ 3,5 milhões de estatais mineiras por meio das empresas de publicidade de Marcos Valério para o caixa 2 da campanha a reeleição do então governador tucano de Minas, em 1998.

O ex-governador teria utilizado contratos de publicidade de fachada para os eventos esportivos Enduro da Independência, Mundial de Supercross e Iron Biker patrocinados pelas estatais mineiras Copasa (Companhia de Saneamento de Minas Gerais), Comig (Companhia de Desenvolvimento de Minas Gerais, atualmente Codemig), e o extinto Bemge (Banco do Estado de Minas Gerais, privatizado em 1998) por meio da SMP&B Comunicação e da DNA propaganda, usadas por Marcos Valério para abastecer o esquema.

Outro lado 

O advogado do tucano, Castellar Guimarães Neto, afirmou, segundo o Blog do Fausto Macedo, que, "com a subida dos autos, vamos agora apresentar as nossas razões de apelação. Temos plena convicção, pela prova produzida na instrução, que o Tribunal de Justiça de Minas reformará a sentença em sua integralidade. Basta uma análise técnica, sem qualquer veste política, para perceber que as imputações realizadas em desfavor do Governador Eduardo Azeredo são inteiramente infundadas. Confiamos no Tribunal.”

 

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