Mensalão tucano prescreve para tesoureiro do PSDB

Claudio Mourão (centro), que foi o arrecadador da campanha de Eduardo Azeredo em 1998, completa hoje 70 anos; assim, ele fica livre de qualquer punição, porque o caso, em 16 anos, ainda não foi julgado; destino é semelhante ao de Walfrido dos Mares Guia (dir.), que foi vice-governador de Azeredo e deve ser o mesmo do ex-governador mineiro; como seu processo foi enviado à primeira instância, também não deverá ser julgado a tempo de puni-lo

Claudio Mourão (centro), que foi o arrecadador da campanha de Eduardo Azeredo em 1998, completa hoje 70 anos; assim, ele fica livre de qualquer punição, porque o caso, em 16 anos, ainda não foi julgado; destino é semelhante ao de Walfrido dos Mares Guia (dir.), que foi vice-governador de Azeredo e deve ser o mesmo do ex-governador mineiro; como seu processo foi enviado à primeira instância, também não deverá ser julgado a tempo de puni-lo
Claudio Mourão (centro), que foi o arrecadador da campanha de Eduardo Azeredo em 1998, completa hoje 70 anos; assim, ele fica livre de qualquer punição, porque o caso, em 16 anos, ainda não foi julgado; destino é semelhante ao de Walfrido dos Mares Guia (dir.), que foi vice-governador de Azeredo e deve ser o mesmo do ex-governador mineiro; como seu processo foi enviado à primeira instância, também não deverá ser julgado a tempo de puni-lo (Foto: Leonardo Attuch)

247 - O ex-tesoureiro do PSDB, Claudio Mourão, tem dois motivos para comemorar na data de hoje. O primeiro é seu aniversário. O segundo, não menos importante, é o fato de completar 70 anos. Assim, ele ficará livre de qualquer punição no chamado "mensalão tucano".

Sua situação é idêntica à do ex-vice-governador de Minas Gerais, Walfrido dos Mares Guia, que também se beneficiou da prescrição, ao completar 70 anos.

O chamado "mensalão tucano" ocorreu em 1998, quando Eduardo Azeredo concorreu à reeleição, em Minas, e foi derrotado por Itamar Franco.

Como o caso não foi julgado até hoje, e também foi remetido à primeira instância, ao contrário da Ação Penal 470, ninguém foi julgado e condenado. E lá se vão 16 anos.

Azeredo também deve se beneficiar da prescrição. Seu caso estava pronto para ser julgado pelo Supremo Tribunal Federal, mas ele renunciou ao mandato, para fugir do STF e ser julgado em primeira instância. Antes de qualquer condenação, ele também deverá completar 70 anos.

No caso do PT, o ex-tesoureiro Delúbio Soares, que não tinha direito ao foro privilegiado, cumpre prisão em regime semiaberto em Brasília. José Dirceu, que também tem não direito ao foro privilegiado, continua há mais de cinco meses em regime fechado na Papuda, sem que seu pedido de trabalho externo seja avaliado.

Para o advogado de Claudio Mourão, Antônio Velloso Neto, seu cliente "já sofreu demais". "Quem sabe a vida dele agora melhora", afirma.

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