Merval destaca propinas da Odebrecht a Alckmin

"Agora que se concretizou o pedido de abertura de inquérito ao STJ, Alckmin terá que correr contra o tempo para que a decisão não interfira na disposição de disputar a presidência. O governador de São Paulo, embora tenha um cacife eleitoral respeitável, passará a ser mais um envolvido em denúncias", afirma o colunista do Globo

"Agora que se concretizou o pedido de abertura de inquérito ao STJ, Alckmin terá que correr contra o tempo para que a decisão não interfira na disposição de disputar a presidência. O governador de São Paulo, embora tenha um cacife eleitoral respeitável, passará a ser mais um envolvido em denúncias", afirma o colunista do Globo
"Agora que se concretizou o pedido de abertura de inquérito ao STJ, Alckmin terá que correr contra o tempo para que a decisão não interfira na disposição de disputar a presidência. O governador de São Paulo, embora tenha um cacife eleitoral respeitável, passará a ser mais um envolvido em denúncias", afirma o colunista do Globo (Foto: Gisele Federicce)
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247 – Em sua coluna deste domingo no Globo, Merval Pereira destaca as acusações contra o governador Geraldo Alckmin (PSDB), pré-candidato à presidência.

Merval lembra que o tucano teve um inquérito contra si pedido pela Procuradoria-Geral da República ao Superior Tribunal de Justiça (STJ). O processo diz respeito às acusações feitas por delatores da empreiteira Odebrecht, que acusam o governador de ter recebido R$ 10,7 milhões repassados pelo setor de propinas da empreiteira, com a ajuda de seu cunhado, Adhemar César Ribeiro.

"Agora que se concretizou o pedido de abertura de inquérito ao STJ, Alckmin terá que correr contra o tempo para que a decisão não interfira na disposição de disputar a presidência. O governador de São Paulo, embora tenha um cacife eleitoral respeitável, passará a ser mais um envolvido em denúncias", afirma o colunista do Globo.

Merval aponta ainda outros empecilhos para a candidatura Alckmin ao Planalto: o risco de ficar isolado na oposição caso não se aproxime de Michel Temer e de ficar até mesmo sem o PSB do vice Márcio França, uma vez que uma ala do partido prefere apoiar a candidatura do ex-presidente Lula.

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