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Mesmo investigado, Aparecido fica, diz Alckmin

Governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), garantiu nesta segunda-feira, 7, que a investigação por supostos crimes de improbidade administrativa e enriquecimento ilícito aberta contra o secretário da Casa Civil, Edson Aparecido, não o fará deixar o governo; "Não. Eu não tenho nenhuma proposta de fazer reforma no secretariado", respondeu Alckmin, ao ser perguntado sobre o assunto; Alckmin disse também que o problema da seca na Grande SP está solucionada

Governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), garantiu nesta segunda-feira, 7, que a investigação por supostos crimes de improbidade administrativa e enriquecimento ilícito aberta contra o secretário da Casa Civil, Edson Aparecido, não o fará deixar o governo; "Não. Eu não tenho nenhuma proposta de fazer reforma no secretariado", respondeu Alckmin, ao ser perguntado sobre o assunto; Alckmin disse também que o problema da seca na Grande SP está solucionada (Foto: Aquiles Lins)

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SP 247 com Agência Brasil - O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), disse nesta segunda-feira, 7, que seu braço direito no governo, o ministro da Casa Civil, Edson Aparecido, permanecerá no governo, apesar das investigações do Ministério Público contra ele, por suspeita de enriquecimento ilícito.

Questionado se Aparecido deixará o governo, Alckmin negou.“Não. Eu não tenho nenhuma proposta de fazer reforma no secretariado”. Edson aparecido comprou um apartamento de 365 metros quadrados, num edifício de alto padrão em São Paulo por R$ 620 mil, cerca de 30% do valor de mercado do imóvel na época, em 2007. Hoje, no mesmo prédio, imóveis com as mesmas características estão à venda por até R$ 9 milhões (leia mais).

Durante palestra na associação comercial de São Paulo, Geraldo Alckmin disse que a Grande São Paulo não enfrenta mais problemas de falta de água. "Essa questão não tem mais risco, mesmo que haja seca. E teremos a partir do ano que vem uma superestrutura em São Paulo. A região metropolitana estará bem preparada para as mudanças climáticas, teremos mais resiliência", afirmou.

Segundo o governador, os reservatórios que abastecem a metrópole estão em níveis seguros. Ele destacou ainda que a partir do ano que vem devem ser concluídas as obras para aumentar a oferta de água para a região. "Nós teremos a chegada do novo sistema, da PPP [Parceria Público-Privada] do [rio] São Lourenço, que é um sistema novo, água nova, 6,4 metros cúbicos por segundo. E talvez, ainda no ano que vem, tenhamos a ligação do Paraíba do Sul com o Cantareira, outro reforço super importante", disse.

Alckmin afirmou que, com a melhora na situação, foi possível encerrar a redução de pressão do sistema como forma de economia. A medida significava, na prática, a interrupção do fornecimento em parte da região metropolitana de São Paulo.

O governador destacou que, apesar dos problemas, a crise foi superada sem que se adotasse a medida drástica do rodízio, abastecimento em dias alternados. De acordo com ele, agora a redução de pressão é usada somente como medida para diminuir as perdas por vazamentos, durante a noite.

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