Militares anunciam "Operação padrão"

Policiais militares e integrantes do Corpo de Bombeiros de Alagoas decidiram, em assembleia, iniciar o que eles batizaram de “Operação Padrão”, que significa que só vão trabalhar se tiverem todas as condições legais e estruturais; estratégia é utilizada para pressionar o governo do Estado a apresentar uma proposta de reajuste que não esteja fracionada durante os próximos três anos

Policiais militares e integrantes do Corpo de Bombeiros de Alagoas decidiram, em assembleia, iniciar o que eles batizaram de “Operação Padrão”, que significa que só vão trabalhar se tiverem todas as condições legais e estruturais; estratégia é utilizada para pressionar o governo do Estado a apresentar uma proposta de reajuste que não esteja fracionada durante os próximos três anos
Policiais militares e integrantes do Corpo de Bombeiros de Alagoas decidiram, em assembleia, iniciar o que eles batizaram de “Operação Padrão”, que significa que só vão trabalhar se tiverem todas as condições legais e estruturais; estratégia é utilizada para pressionar o governo do Estado a apresentar uma proposta de reajuste que não esteja fracionada durante os próximos três anos (Foto: Voney Malta)

Alagoas247 - Integrantes da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros decidiram, em assembleia realizada na tarde desta quinta-feira (25), em Maceió, deflagrar a chamada "Operação Padrão". A medida saiu após o governo estadual propor uma reajuste salarial fracionado durante os próximos três anos. 

De acordo com os líderes do movimento, os militares cobram a aplicação imediata do reajuste que tem como base a reposição medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). A assembleia aconteceu na sede da Associação dos Oficiais (Assomal), no Trapiche da Barra, e reuniu dezenas de militares. 

O presidente da Associação dos Bombeiros Militares de Alagoas, sargento do Corpo de BombeirosRamalho, disse que a "Operação Padrão" é o único caminho que restou aos militares para pressionar o governo em busca de uma proposta salarial justa. 

“A operação é por tempo indeterminado. Precisamos de algo concreto e factível para apresentar a tropa. O que queremos, na verdade, é o mesmo tratamento ofertado aos demais servidores”, disse Ramalho.

O movimento unificado dos servidores públicos de Alagoas conseguiu uma proposta de 5% de reajuste salarial. Esse é o percentual que os militares também buscam de reposição da inflação. 

Na oportunidade, policiais e bombeiros rejeitaram ainda a proposta de esperar mais duas semanas para o governo apresentar um contraproposta para os integrantes das duas categorias. Após a assembleia, os militares saíram em carreata até o Palácio República dos Palmares, no Centro de Maceió. 

O presidente da Associação de Cabos e Soldados em Alagoas (ACS/AL), cabo Wellington Silva, explicou que a Polícia Militar é a única instituição do governo estadual que vem apresentando resultados positivos, sobretudo, apontou ele, com a redução de crimes contra a vida e repressão ao tráfico de drogas. 

O militar explicou também o que é a “Operação Padrão”. “Os militares só vão trabalhar com as condições necessárias para isso. Caso contrário, não haverá policiamento. Vamos agir dentro da lei. Sem condições de trabalhar não dá”, explicou cabo Wellington. 
Com gazetaweb.com

Conheça a TV 247

Mais de Geral

Ao vivo na TV 247 Youtube 247