Minas firma protocolo de R$ 48 mi por hidrelétricas

Duas novas pequenas centrais hidrelétricas entrarão em funcionamento no final de 2014, na região Central do Estado, com a geração de 7,4 megawatts de energia anúncio foi feito pelo diretor administrativo dos grupos JAB Empreendimentos Imobiliários e G.C. Participações, Marcos Bacha, durante assinatura de protocolo com o governo

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Agência Minas - Com investimentos de mais de R$ 48 milhões, até o final do próximo ano, duas novas pequenas centrais hidrelétricas (PCHs) entrarão em funcionamento na região Central do Estado, com a geração de 7,4 megawatts de energia. O anúncio foi feito pelo diretor administrativo dos grupos JAB Empreendimentos Imobiliários e G.C. Participações, Marcos Bacha, durante assinatura de protocolo com o Governo de Minas por meio do Instituto de Desenvolvimento Integrado de Minas Gerais (INDI), órgão da Secretaria de Desenvolvimento Econômico.

A PCH Juliões está sendo construída pela empresa MF Projetos em Energia Ltda., no município de Bonfim, região com investimento de R$ 26,5 milhões. Durante a obra estão sendo gerados 115 empregos diretos e 35 indiretos, após a entrada em operação serão criados oito novos empregos diretos e 12 indiretos.

A PCH, que irá explorar a geração e comercialização de energia elétrica, terá capacidade instalada de 3,4 megawatts e já foi autorizada pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) a gerar e comercializar energia como produtor independente.

Já em Piedades dos Gerais, a Macaúbas Energia Renovável Ltda está implantando a PCH Caquende com investimento de R$ 21,56 milhões. Além das atividades de prestação de serviços combinados de escritório e apoio administrativo, a empresa também oferecerá a geração e comercialização de energia elétrica. Sua potência instalada será de quatro megawatts.

Hermes Pardini

Também assinou protocolo de intenção com o Governo de Minas o Instituto Hermes Pardini S.A. para viabilizar a implantação da HP Importação, Comércio e Locação de Produtos, Máquinas e Equipamentos S.A., destinada à importação, armazenagem, distribuição e transporte de produtos médicos, produtos para diagnóstico de uso in vitro, como reagentes, padrões, calibradores, controles, materiais, artigos e instrumentos que são utilizados para prover informações sobre amostras obtidas do corpo humano.

Também estão incluídos produtos para saúde e correlatos, importação e locação de máquinas, peças e equipamentos médico-hospitalares para exames e diagnósticos em geral.

Durante a assinatura, o presidente do Hermes Pardini, Roberto Santoro Meirelles, explicou que hoje as importações são feitas via fornecedores fora de Minas Gerais e, com a nova empresa, estas operações serão efetuadas no Estado, via Porto Seco de Betim ou através do Aeroporto Internacional Tancredo Neves.

"Este projeto visa trazer mais competitividade para o Hermes Pardini, redução da carga tributária, além de economizar tempo na importação. Por ano, importamos R$ 30 milhões", destacou.

Roberto Santoro Meirelles explicou que as importações são necessárias porque o Brasil ainda não tem tecnologia disponível no mercado. "Não temos similar nacional em insumos e equipamentos, para nossa escala, que hoje são importados de fornecedores europeus e americanos. Por isso mesmo estamos em negociação com a Biominas para que possamos incubar empresas em nossas dependências. Além disso, estamos também conduzindo projetos de pesquisa e desenvolvimento através de outras parcerias científicas", salientou.

Durante a assinatura do protocolo, o vice-presidente do INDI, João Carlos Vitor, lembrou que a missão do Instituto é criar oportunidades para os empresários e gerar emprego e renda e que, por isso mesmo, "o INDI se coloca à disposição para atrair fornecedores para formar a cadeia produtiva e um polo de ciências da vida na região".

O Hermes Pardini, que tem 2.500 funcionários, realizou durante o mês de março 4,5 milhões de exames de todos os tipos, está consolidando seu crescimento com investimentos na ampliação da rede própria de atendimento e na aquisição de empresas cujas atividades apresentam sinergia com seu plano de expansão no negócio de medicina diagnóstica e preventiva.

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