Minas recebe R$ 119 mi para investir na Saúde

O ministro da Saúde, Ricardo Barros, assinou, em Belo Horizonte, portarias que repassam R$ 119,1 para 56 entidades filantrópicas e seis UPAs de Minas Gerais que, até o momento, não recebem financiamento do governo federal ou recebem recursos insuficientes; para as UPAs, sendo uma na capital mineira, serão transferidos anualmente mais R$ 12,2 milhões, e para as entidades filantrópicas receberão mais R$ 106,9 milhões

ministro da Saúde, Ricardo Barros, durante assinatura das portarias de habilitação dos novos serviços de saúde. Curitiba (PR), 17/10/2016. Foto: Rodrigo Nunes/MS
ministro da Saúde, Ricardo Barros, durante assinatura das portarias de habilitação dos novos serviços de saúde. Curitiba (PR), 17/10/2016. Foto: Rodrigo Nunes/MS (Foto: Leonardo Lucena)

Minas 247 - O ministro da Saúde, Ricardo Barros, assinou nesta terça-feira (18), em Belo Horizonte, portarias que repassam R$ 119,1 para 56 entidades filantrópicas e seis Unidades de Pronto-Atendimento (UPAs) de Minas Gerais que, até o momento, não recebem financiamento do governo federal ou recebem recursos insuficientes. Para as UPAs, sendo uma na capital mineira, serão transferidos anualmente mais R$ 12,2 milhões, e para as entidades filantrópicas receberão mais R$ 106,9 milhões. De acordo com a pasta, em todo o País, 216 entidades filantrópicas serão beneficiadas com a garantia de repasse de R$ 371,9 milhões por ano. Essas unidades são responsáveis por 43% das internações que ocorrem no País.

"Se houver aumento de demanda, serão solicitados novos credenciamentos que serão atendidos posteriormente. São serviços que estavam em funcionamento sem a contrapartida do Ministério da Saúde, que passa a dar o custeio permanente, todos os anos, enquanto esses serviços funcionarem", disse. o ministro. 

Barros não soube informar a estimativa do déficit da saúde em Minas, mas disse que no País existe um subfinanciamento na ordem de R$ 20 bilhões e que Estados e municípios investem recursos próprios para suprir o déficit. "O importante é que nós estamos avançando com uma gestão austera, muito firme, vamos economizar recursos e cumprir os compromissos em que o governo não está fazendo a sua parte".

 

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