Minas registra primeiro caso de prisão por estupro virtual

Um rapaz de 19 anos, que está preso, criou um perfil falso em uma rede social, para influenciar e ameaçar mulheres, conseguindo que elas enviassem fotos e vídeos pornográficos; o crime aconteceu em Carmo do Paranaíba, cidade de aproximadamente 30 mil habitantes, no Alto Paranaíba; de acordo com a Polícia Civil, para receber material, o rapaz chantageava as mulheres dizendo divulgaria na internet as imagens dela

Um rapaz de 19 anos, que está preso, criou um perfil falso em uma rede social, para influenciar e ameaçar mulheres, conseguindo que elas enviassem fotos e vídeos pornográficos; o crime aconteceu em Carmo do Paranaíba, cidade de aproximadamente 30 mil habitantes, no Alto Paranaíba; de acordo com a Polícia Civil, para receber material, o rapaz chantageava as mulheres dizendo divulgaria na internet as imagens dela
Um rapaz de 19 anos, que está preso, criou um perfil falso em uma rede social, para influenciar e ameaçar mulheres, conseguindo que elas enviassem fotos e vídeos pornográficos; o crime aconteceu em Carmo do Paranaíba, cidade de aproximadamente 30 mil habitantes, no Alto Paranaíba; de acordo com a Polícia Civil, para receber material, o rapaz chantageava as mulheres dizendo divulgaria na internet as imagens dela (Foto: Leonardo Lucena)
Siga o Brasil 247 no Google News Assine a Newsletter 247

Minas 247 - Minas Gerais registrou seu primeiro caso de prisão por estupro virtual. Um rapaz de 19 anos, que está preso, criou um perfil falso em uma rede social, para influenciar e ameaçar mulheres, conseguindo que elas enviassem fotos e vídeos pornográficos. O crime aconteceu em Carmo do Paranaíba, cidade de aproximadamente 30 mil habitantes, no Alto Paranaíba. De acordo com a Polícia Civil, para receber material, o rapaz chantageava as mulheres dizendo divulgaria na internet as imagens dela. Foram identificadas cinco vítimas, entre 16 e 24 anos. O acusado foi indiciado e, além do crime de estupro, responderá por extorsão, porque exigiu dinheiro de uma das garotas.

O indiciamento pelo crime é novo no País. Houve uma mudança no texto do artigo 213 do Código Penal. O termo “estupro virtual” não consta na redação, que prevê o crime de estupro a quem “constranger alguém, mediante violência ou grave ameaça, a ter conjunção carnal ou a praticar ou permitir que com ele se pratique outro ato libidinoso”.

Segundo o delegado Ítalo de Oliveira Cardoso Boaventura, responsável pelo caso, “há entendimento no STJ (Superior Tribunal de Justiça) de que a violência e o constrangimento para ato libidinoso não precisa ser físico”. “Até se for verbal pode ser considerado estupro. No caso de Carmo do Paranaíba, o que aconteceu é que o jovem sabia da rotina das vítimas e as ameaçava. Falava que publicaria imagens delas, que era perigoso e que as mataria”, disse. O relato foi publicado no Estado de Minas.

O rapaz confessou os crimes, informou o delegado. “Não tinha como negar. Apreendemos um computador e celular na casa dele, e os aparelhos tinham imagens das vítimas”, acrescentou Boaventura.


A você que chegou até aqui, agradecemos muito por valorizar nosso conteúdo. Ao contrário da mídia corporativa, o Brasil 247 e a TV 247 se financiam por meio da sua própria comunidade de leitores e telespectadores. Você pode apoiar a TV 247 e o site Brasil 247 de diversas formas. Veja como:

• Cartão de crédito na plataforma Vindi: acesse este link

• Boleto ou transferência bancária: enviar email para [email protected]

• Seja membro no Youtube: acesse este link

• Transferência pelo Paypal: acesse este link

• Financiamento coletivo pelo Patreon: acesse este link

• Financiamento coletivo pelo Catarse: acesse este link

• Financiamento coletivo pelo Apoia-se: acesse este link

• Financiamento coletivo pelo Vakinha: acesse este link

Inscreva-se também na TV 247, siga-nos no Twitter, no Facebook e no Instagram. Conheça também nossa livraria, receba a nossa newsletter e ative o sininho vermelho para as notificações.

Comentários

Os comentários aqui postados expressam a opinião dos seus autores, responsáveis por seu teor, e não do 247