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Minas vai integrar Plano Nacional de Segurança Hídrica

O Governo de Minas Gerais vai participar do Plano Nacional de Segurança Hídrica (PNSH), lançado recentemente pela Agência Nacional de Águas (ANA), órgão vinculado ao Governo Federal; esta é mais uma ação anunciada pela força-tarefa criada pelo Estado para o enfrentamento, em Minas Gerais, da crise hídrica que assola principalmente a região Sudeste do País    

O Governo de Minas Gerais vai participar do Plano Nacional de Segurança Hídrica (PNSH), lançado recentemente pela Agência Nacional de Águas (ANA), órgão vinculado ao Governo Federal; esta é mais uma ação anunciada pela força-tarefa criada pelo Estado para o enfrentamento, em Minas Gerais, da crise hídrica que assola principalmente a região Sudeste do País     (Foto: Leonardo Lucena)

Agência Minas - O Governo de Minas Gerais vai participar do Plano Nacional de Segurança Hídrica (PNSH), lançado recentemente pela Agência Nacional de Águas (ANA), órgão vinculado ao Governo Federal.

Esta é mais uma ação anunciada pela força-tarefa criada pelo Estado para o enfrentamento, em Minas Gerais, da crise hídrica que assola principalmente a região Sudeste do país.

O secretário de Planejamento e Gestão, Helvécio Magalhães, que coordena a força-tarefa, ressaltou a importância de haver uma aproximação com a ANA para lidar com o problema.

A reunião da força-tarefa, realizada nesta segunda-feira (1/6), teve como convidados dois gestores da ANA: o superintendente de Operações e Eventos Críticos, Joaquim Gondim, e a diretora da agência, Gisela Forattini.

Ambos fizeram uma apresentação do grave quadro de escassez hídrica pela qual passam os estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais. Os representantes da ANA anunciaram que voltarão em breve a Minas Gerais para uma reunião exclusivamente sobre o tema.

Sobre Minas, a diretora da ANA apontou caminhos para a Região Metropolitana de Belo Horizonte, onde o quadro é mais crítico. "As fontes hídricas são as mesmas e não temos como diminuir a dependência delas", destacou Gisela.

A solução, nesse caso, segundo a representante da agência federal, é repensar a gestão. "Temos que avaliar como vamos gerir essas fontes sem perder de vista o planejamento", destacou.

Atlas das Bacias

Gisela e Gondim afirmaram também ser importante que, além do PNSH, os estados do Sudeste integrem o Atlas de Poluição de Bacias Hidrográficas, para que se possa melhorar a qualidade da água das bacias e, assim, aumentar a disponibilidade hídrica.

O superintendente elogiou a força-tarefa criada pelo Governo mineiro para tratar a crise hídrica. "A participação de todos os setores envolvidos com a gestão da água e do saneamento é fundamental para rediscutir o papel de cada ente", avaliou Gondim.