Ministério das Cidades vai analisar prejuízos em Maceió

O Ministério das Cidades vai encaminhar dois técnicos a Maceió para avaliar os prejuízos causados pelas chuvas; a liberação de recursos por parte do governo Federal depende de vistoria; 700 famílias estão desabrigadas ou desalojadas e 5 pessoas estão desaparecidas na capital por causa das fortes temporais dos últimos dias

Vice Prefeito Marcelo Palmeira Visita Grota Na Rua Augusta, No Bairro do Jacintinho Ap�s Chuvas. Fot:Marco Antonio/Secom Macei� *** Local Caption *** Vice Prefeito Marcelo Visita Grota
Vice Prefeito Marcelo Palmeira Visita Grota Na Rua Augusta, No Bairro do Jacintinho Ap�s Chuvas. Fot:Marco Antonio/Secom Macei� *** Local Caption *** Vice Prefeito Marcelo Visita Grota (Foto: Voney Malta)

Alagoas 247 - O Ministério das Cidades encaminhará dois técnicos a Maceió para avaliar os prejuízos causados pelas chuvas. A informação foi confirmada na tarde desta segunda-feira (29) pelo secretário Municipal de Governo, Tácio Melo, que afirmou que a liberação de recursos pelo Governo Federal depende destas vistorias. Atualmente, 700 famílias estão desabrigadas ou desalojadas e 5 pessoas estão desaparecidas na capital por causa das fortes chuvas. 

De acordo com Tácio Melo, para decretar estado de Emergência, o município precisa seguir uma série de requisitos para a liberação de recursos emergenciais. Segundo ele, duas etapas são realizadas. A primeira trata da disponibilização de medicamentos, alimentos e o pagamento do Aluguel Social. Até a tarde desta segunda-feira (29), 40 famílias já começaram a receber o benefício.

"Esta etapa está garantida, mas ainda não recebemos a quantia em nossas contas. O prefeito Rui Palmeira já autorizou o município a realizar o pagamento do Aluguel Social para atender às famílias em situação mais grave. As demais, vamos liberando após se cadastrarem na Secretaria Municipal de Assistência Social", explicou.

Ainda segundo ele, a segunda etapa é fazer o levantamento dos prejuízos causados pelas chuvas, como os danos aos prédios públicos, a destruição de casas e vias interditadas. Esta etapa envolve ainda ações preventivas em barreiras e a retirada de famílias de área de risco, entre outras ações.

"Nesta etapa, eles analisarão in loco todos os prejuízos que sofremos, como também as medidas que devem ser feitas para evitar novos desastres. Não temos como estimar valores neste momento, mas queremos, a princípio, ajudar as pessoas que ficaram sem casas", concluiu.

Pedido negado em 2014

O prefeito Rui Palmeira (PSDB) concedeu entrevista à Rádio Gazeta na manhã desta segunda-feira, onde informou que em 2014 solicitou ao Governo Federal verbas para a aplicação de Geomantas em áreas de risco.

A quantia de R$ 13 milhões foi negada e, segundo o prefeito, no encontro com o presidente Michel Temer (PMDB) nesse domingo (28), ele reforçou que já havia feito a solicitação que, se tivesse sido atendida, poderia ter minimizado os danos causados pelas fortes chuvas que atingiram Maceió nos últimos dias.

Com gazetaweb.com

 

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