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Moka garante legenda para Coimbra, Pugliesi e Elenil

Acordo firmado entre o deputado federal Júnior Coimbra e o presidente da Comissão Interventora do PMDB no Tocantins, senador Waldemir Moka (MS), garantiu o direito de Coimbra disputar a reeleição para a Câmara, assim como para o deputado estadual José Augusto Pugliesi e o suplente de deputado Elenil da Penha disputarem vaga na Assembleia Legislativa; Em contrapartida, Coimbra se comprometeu a desistir da ação na Justiça para retomar a presidência do PMDB e anular a validade da convenção do dia 28

Acordo firmado entre o deputado federal Júnior Coimbra e o presidente da Comissão Interventora do PMDB no Tocantins, senador Waldemir Moka (MS), garantiu o direito de Coimbra disputar a reeleição para a Câmara, assim como para o deputado estadual José Augusto Pugliesi e o suplente de deputado Elenil da Penha disputarem vaga na Assembleia Legislativa; Em contrapartida, Coimbra se comprometeu a desistir da ação na Justiça para retomar a presidência do PMDB e anular a validade da convenção do dia 28 (Foto: Aquiles Lins)

Tocantins 247 - Um acordo firmado nesta quinta-feira, 3, entre o deputado federal Júnior Coimbra e o presidente da Comissão Interventora do PMDB no Tocantins, senador Waldemir Moka (MS), garantiu o direito de Coimbra disputar a reeleição para a Câmara, assim como para o deputado estadual José Augusto Pugliesi e para o suplente de deputado Elenil da Penha disputarem vaga na Assembleia Legislativa. 

Em contrapartida, Júnior Coimbra se comprometeu a desistir da ação que move na 20ª Vara Cível em Brasília, na qual pretende retomar a presidência do Diretório Estadual do PMDB e contra a validade da convenção do dia 28. 

Segundo o Júnior Coimbra afirmou ao blog CT, Moka conversou com ele e com o ex-governador Marcelo Miranda separadamente. "O senador ligou durante a reunião com Coimbra para o vice-presidente da República, Michel Temer, e o colocou para falar com o parlamentar tocantinense. Temer também conversou com Marcelo Miranda", diz o blog (leia aqui).

Como Coimbra e Pugliesi estão com a filiação partidária suspensa pela Comissão de Ética do PMDB nacional, o acordo entre eles e o senador Waldemir Moka deverá alterar esta condição, para eles poderem registrar as candidaturas. Além disso, a ata da convenção do PMDB deve ser alterada para incluir os nomes dos novos candidatos do partido.

O representante do PMDB junto ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE), Antônio Pádua, garantiu mais cedo ao Tocantins 247 que nem Elenil da Penha, nem Coimbra e Pugliesi teriam legenda para disputar a eleição, porque integraram a chapa PMDB Forte, que perdeu a convenção. Pádua chegou a dizer que  o partido teria que tirá-lo da representação se quisesse dar legenda para Elenil da Penha. 

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