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Moradores cobram regularização de área na Capital

Integrantes da Federação das Associações Comunitárias e de Moradores do Tocantins (Facomto) e de mais cinco entidades protestaram contra o governo do Estado nesse domingo, 21; eles cobram a regularização de uma área localizada na Quadra 309 Norte, na Capital; segundo a líder do movimento, Veneranda Elias, a área foi doada pelo governo do Estado, mas ainda falta a escrituração; "Mobilizamos as famílias beneficiadas para explicar a situação e também para cobrar agilidade do governo na liberação dos documentos", disse; segundo ela, serão construídas cerca de 2.200 moradias na área 

Integrantes da Federação das Associações Comunitárias e de Moradores do Tocantins (Facomto) e de mais cinco entidades protestaram contra o governo do Estado nesse domingo, 21; eles cobram a regularização de uma área localizada na Quadra 309 Norte, na Capital; segundo a líder do movimento, Veneranda Elias, a área foi doada pelo governo do Estado, mas ainda falta a escrituração; "Mobilizamos as famílias beneficiadas para explicar a situação e também para cobrar agilidade do governo na liberação dos documentos", disse; segundo ela, serão construídas cerca de 2.200 moradias na área  (Foto: Aquiles Lins)

Tocantins 247 - Integrantes da Federação das Associações Comunitárias e de Moradores do Tocantins (Facomto) e de mais cinco entidades protestaram nesse domingo, 21, pela regularização de uma área localizada na Quadra 309 Norte, na Capital. Cerca de 250 pessoas participaram da manifestação, segundo os organizadores.

Segundo a líder do movimento, Veneranda Elias, o grupo saiu do supermercado Quarteto Norte, seguiu pela Avenida LO-10 até a área na 309 Norte, próximo à Praia das Arnos. "Essa manifestação é uma forma de cobrar do governo do Estado a documentação desta área, que foi doada ainda na gestão anterior. Já fizemos o cadastro e seleção das famílias para o programa habitacional, e a construção dos apartamentos já está em andamento na Caixa Econômica Federal", afirmou Veneranda ao Jornal do Tocantins.

Veneranda contou que a área foi doada pelo governo do Estado, mas ainda falta a escrituração. "Mobilizamos as famílias beneficiadas para explicar a situação e também para cobrar agilidade do governo na liberação dos documentos", disse. Segundo ela, serão construídas cerca de 2.200 moradias na área.