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"Mosquito não pode ser mais forte que o país", diz Castro

Em sua passagem pela capital baiana para abrir a mobilização nacional de combate ao Aedes Aegypti, que transmite a dengue, febre chikungunya e a zika, o ministro da Saúde, Marcelo Castro, afirmou que "um mosquito não pode ser mais forte que o País"; ele também negou que o governo federal tenha negligenciado o problema nos últimos anos e ressaltou as ações do governo tão logo surgiram as primeiras suspeitas de ligação entre a zika e os casos de microcefalia; "Desde a primeira vez que o Ministério da Saúde foi notificado de um caso de microcefalia nossa equipe técnica começou a agir. No dia 11 de novembro nós já decretávamos estado de emergência na saúde pública", afirmou

Em sua passagem pela capital baiana para abrir a mobilização nacional de combate ao Aedes Aegypti, que transmite a dengue, febre chikungunya e a zika, o ministro da Saúde, Marcelo Castro, afirmou que "um mosquito não pode ser mais forte que o País"; ele também negou que o governo federal tenha negligenciado o problema nos últimos anos e ressaltou as ações do governo tão logo surgiram as primeiras suspeitas de ligação entre a zika e os casos de microcefalia; "Desde a primeira vez que o Ministério da Saúde foi notificado de um caso de microcefalia nossa equipe técnica começou a agir. No dia 11 de novembro nós já decretávamos estado de emergência na saúde pública", afirmou (Foto: Paulo Emílio)

Bahia 247 - O ministro da Saúde, Marcelo Castro, disse durante sua passagem por Salvador para abrir a mobilização nacional de combate ao Aedes Aegypti, que transmite a dengue, febre chikungunya e a zika, que "um mosquito não pode ser mais forte que o País". Ele também negou que o governo federal tenha negligenciado o problema nos últimos anos.

Percorrendo as ruas da capital baiana acompanhado por militares e agentes de saúde engajados na mobilização, o ministro citou que é necessária a participação da população no combate ao mosquito e lembro de inciativas positivas, como a do município de Água Branca, no interior do Piauí.

Ali, uma distribuição de selos – com as cores vermelha indicando locais com a presença de larvas; amarela, sinal de alerta quanto a possibilidade de possíveis criatórios, e verdes, para os locais livres de contaminação - estimulou a participação dos 17 mil habitantes no combate ao problema. "Houve uma corrida ao selo verde, e todos se empenharam para receber a distinção", disse.

O ministro também negou que o governo federal tenha sido negligente no combate a ao mosquito e da epidemia de dengue ao longo dos últimos anos. Castro também ressaltou as ações do governo tão logo surgiram as primeiras suspeitas de ligação entre a zika e os casos de microcefalia no Nordeste.

"Desde a primeira vez que o Ministério da Saúde foi notificado de um caso de microcefalia nossa equipe técnica começou a agir. No dia 11 de novembro nós já decretávamos estado de emergência na saúde pública", afirmou.