Mourão articula agilidade na duplicação da TO-050
Em reunião com secretários estaduais e diretores da Granol, o deputado Paulo Mourão (PT), líder do governo na Assembleia Legislativa, defendeu a agilidade nas obras de duplicação da rodovia TO-050, no trecho de 60 km que liga Palmas a Porto Nacional, além da construção da nova ponte sobre o rio Tocantins na TO-070, entre Porto e o município de Fátima; "Precisamos dessas obras para estruturar o futuro do Tocantins como estado industrializado, gerador de emprego e renda. É preciso pensar já a médio e longo prazo essas ações estruturantes", destacou Mourão; segundo o deputado, a verba para a duplicação da rodovia entre Palmas e Porto Nacional já estaria liberada, aguardando o projeto
Tocantins 247 - O deputado estadual Paulo Mourão (PT), líder do governo na Assembleia Legislativa, defendeu nessa terça-feira, 14, a agilidade nas obras de duplicação da rodovia TO-050, no trecho de 60 km que liga Palmas a Porto Nacional, além da construção da nova ponte sobre o rio Tocantins na TO-070, entre Porto e o município de Fátima.
"Precisamos dessas obras para estruturar o futuro do Tocantins como estado industrializado, gerador de emprego e renda. É preciso pensar já a médio e longo prazo essas ações estruturantes", destacou Mourão, durante reunião com diretores da Granol e secretários do governo do Estado. Segundo o deputado, a verba para a duplicação da rodovia entre Palmas e Porto Nacional já estaria liberada, aguardando o projeto.
A Granol, que instalou uma indústria esmagadora de soja e uma fábrica de biodiesel em Porto Nacional, a partir de agosto começa a exportar grãos e farelo da soja. "Teremos uma movimentação inicial em torno de 300 veículos pesados por dia e há necessidade de melhoria de infraestrutura de asfalto, trevo de estruturação, sinalização para poder escoar com segurança", sinalizou Jardel Souto Brito Machado, gerente Administrativo Operacional da Granol.
De acordo com os diretores da Granol, a empresa já está com toda a safra deste semestre vendida, o que equivale a quatro navios carregados para exportação. As cargas serão transportadas de Porto Nacional para os portos de Itaqui e Madeira. "Estamos nesta articulação com muito compromisso, acima de tudo orgulho do dever cumprido, porque se trata de uma empresa que trouxemos como prefeito para Porto Nacional e que hoje está se expandindo", frisou. Os diretores da Granol avaliam que as obras irão beneficiar não só a empresa como todo o Estado. "É animador o potencial do Tocantins", destacou Valter Torres de Lima Filho.
Ponte de Porto
Outro assunto tratado na reunião foi a construção da ponte sobre o Rio Tocantins, em Porto Nacional. Segundo Paulo Mourão, o início da obra depende da discussão judicial quanto ao processo licitatório, vencido pela empresa Rivoli. "Lamentavelmente está tendo uma discussão com foco politizado, é preciso isso ser esclarecido, bem verdade nós não queremos, o governo Marcelo Miranda não quer carregar nenhuma mácula de alguma coisa feita sob o desrespeito a qualquer legislação", ponderou. "Torcemos para que a licitação seja mantida porque temos urgência na construção da ponte e caso tenha qualquer outro resultado teremos que fazer uma nova licitação, aí teremos que fazer nova fonte de financiamento. Pra ser uma ideia essa ponte vai custar em torno de R$ 100 milhões, já uma nova ponte para ser licitada estará girando em torno de 150 milhões, só aí o Estado vai perder R$ 50 milhões, é preciso isso ser avaliado também", considerou.
O juiz auxiliar Jordan Jardim, da 3ª Vara de Fazenda Pública e Registros Públicos de Palmas, decretou o impedimento das empresas Emsa, Rivoli SPA, bem como os consórcios de que elas façam parte, de contratarem com o Poder Público, no âmbito estadual, sob pena de multa pelo descumprimento no valor de duas vezes o contrato eventualmente firmado, o que suspendeu o avanço da licitação da ponte de Porto (leia mais).
Já estimando possíveis atrasos no início das obras de construção da ponte e a previsão de um tráfego "monstruoso" na rodovia, o grupo levantou a ideia de utilizar balsas para fazer o transporte de cargas da Granol. "Essa medida é para preservar Palmas, nós não podemos passar dentro de Palmas com até 500 caminhões por dia, seria um transtorno muito grande à sociedade palmense e à região como um todo", justificou o Deputado.