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Movimento no Amapá defende a exploração de petróleo na Margem Equatorial

Lideranças amapaenses, além de representantes de instituições como Petrobrás, ANP e Firjan estão presentes no ato

Jean Paul Prates (Foto: SERGIO MORAES/REUTERS | Marcos Oliveira/Agência Senado)

247 - O movimento Prepara Amapá será lançado na terça-feira (5), em defesa da exploração de petróleo na Margem Equatorial, apontou nesta sexta (1) a coluna Painel. A Petrobrás, presidida por Jean Paul Prates, estimou que US$ 3,1 bilhões estão previstos em investimentos para exploração na região de 2024 a 2028. De acordo com o Ministério de Minas e Energia, comandado por Alexandre Silveira, Margem Equatorial tem 5,7 bilhões de barris de petróleo apenas no Amapá.

Autoridades do governo estadual, do Legislativo e do Judiciário amapaenses participarão do evento na próxima terça. Também estarão representantes de Petrobrás, Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), Sebrae e Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan).

A Petrobrás conquistou, em setembro, a aprovação ambiental para iniciar operações de exploração de petróleo em dois blocos na Margem Equatorial. Eles estão situados na Bacia Potiguar, ao largo da costa do Rio Grande do Norte, onde a empresa mantém operações.

Os US$ 3 bilhões fazem parte do plano de investimentos anunciado pela empresa. Estão previstos investimentos de US$ 102 bilhões (R$ 500 bilhões) para os próximos anos (2024-2028), alta de 31% em comparação aos US$ 78 bilhões anunciados pela Petrobras para o período 2023-2027. A companhia estima a geração de 280 mil empregos diretos e indiretos por ano, no período.