MPE dá prazo para receber resultado de auditoria na Assembleia Legislativa

O procurador-geral de Justiça de Alagoas, Alfredo Gaspar de Mendonça Neto, revelou que aguarda, até o final deste mês, o resultado da auditoria feita na Assembleia Legislativa Estadual (ALE); responsável pelo levantamento, a Fundação Getúlio Vargas (FGV) teria detectado diversas irregularidades; as anormalidades passariam por nomeações, progressões e enquadramentos funcionais feitos por influência política

O procurador-geral de Justiça de Alagoas, Alfredo Gaspar de Mendonça Neto, revelou que aguarda, até o final deste mês, o resultado da auditoria feita na Assembleia Legislativa Estadual (ALE); responsável pelo levantamento, a Fundação Getúlio Vargas (FGV) teria detectado diversas irregularidades; as anormalidades passariam por nomeações, progressões e enquadramentos funcionais feitos por influência política
O procurador-geral de Justiça de Alagoas, Alfredo Gaspar de Mendonça Neto, revelou que aguarda, até o final deste mês, o resultado da auditoria feita na Assembleia Legislativa Estadual (ALE); responsável pelo levantamento, a Fundação Getúlio Vargas (FGV) teria detectado diversas irregularidades; as anormalidades passariam por nomeações, progressões e enquadramentos funcionais feitos por influência política (Foto: Voney Malta)

Alagoas 247 - O procurador-geral de Justiça de Alagoas, Alfredo Gaspar de Mendonça Neto, revelou, em entrevista ao programa TV Mar News, nesta segunda-feira (13), que pretende, até o final do mês, estar com o resultado da auditoria feita na Assembleia Legislativa Estadual (ALE). O relatório foi feito pela Fundação Getúlio Vargas (FGV).

Alfredo revelou ter dado à instituição o prazo de 15 dias para que seja encaminhada a cópia dos documentos que comprovariam irregularidades envolvendo servidores da Casa de Tavares Bastos. A auditoria foi encomendada pelo presidente da Mesa Diretora, Luiz Dantas, ao custo de R$ 2 milhões. 

De acordo com o parlamentar, a FGV detectou diversas questões, que culminariam, inclusive, com o afastamento de todos os funcionários da ALE. Conforme apurou o jornal Gazeta de Alagoas, as anormalidades passariam por nomeações, progressões e enquadramentos funcionais feitos por influência e força política.

Tudo isso teria acontecido ao longo de vários anos mesmo sem a existência de um Plano de Cargos e Carreiras (PCC). Além disso, o relatório detectou ainda uma inconstância quanto à presença e o desempenho regular das funções na Assembleia Legislativa.

A documentação foi encaminhada à Procuradoria da Casa. 

Com gazetaweb.com

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