Mulher de Pimentel se defende após ação da PF

Carolina Oliveira afirma em comunicado que, na nova fase da Operação Acrônimo, da Polícia Federal, "foram divulgados indevidamente os dados do sigilo fiscal da Oli Comunicação Imagem Eireli, obtidos na primeira busca e apreensão, questionada anteriormente" e esclarece novos fatos a respeito de sua empresa

Carolina Oliveira afirma em comunicado que, na nova fase da Operação Acrônimo, da Polícia Federal, "foram divulgados indevidamente os dados do sigilo fiscal da Oli Comunicação Imagem Eireli, obtidos na primeira busca e apreensão, questionada anteriormente" e esclarece novos fatos a respeito de sua empresa
Carolina Oliveira afirma em comunicado que, na nova fase da Operação Acrônimo, da Polícia Federal, "foram divulgados indevidamente os dados do sigilo fiscal da Oli Comunicação Imagem Eireli, obtidos na primeira busca e apreensão, questionada anteriormente" e esclarece novos fatos a respeito de sua empresa (Foto: Gisele Federicce)

Minas 247 - Alvo na primeira fase da Operação Acrônimo, da Polícia Federal, Carolina Oliveira, mulher do governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel (PT), divulgou novos esclarecimentos sobre as suspeitas dos investigadores.

Ela diz que, na nova fase deflagrada nesta quinta-feira 25, "foram divulgados indevidamente os dados do sigilo fiscal da Oli Comunicação Imagem Eireli, obtidos na primeira busca e apreensão, questionada anteriormente" e esclarece novas informações.

Na primeira fase, Carolina criou um site apenas para divulgar todos os documentos de sua empresa na internet e esclarecer acusações das quais vinha sendo alvo. A nota foi divulgada hoje na mesma página. Leia abaixo:

Comunicado em 25/06/2015

No dia 29 de maio, a Polícia Federal deflagrou uma operação de busca e apreensão na minha residência em Brasília, sem justa causa, uma vez que os argumentos usados não correspondem a realidade, como demonstrado com documentos oficiais no site www.comunicadoimprensa.com.br, criado especificamente para os esclarecimentos das denúncias.

Comprovamos ao juiz da 10a. Vara da Justiça Federal que a empresa Oli Comunicação e Imagem Eireli:

Funcionou regularmente entre 2012 e 2014;
Não compartilhou seu endereço com outras empresas;
Não teve qualquer relação financeira com as outras empresas investigadas na Operação Acrônimo;
Não trabalhou para órgãos públicos, partidos politicos ou ainda para empresas fora do setor de comunicação
Hoje, 25 de junho, em nova operação, foram divulgados indevidamente os dados do sigilo fiscal da Oli Comunicação Imagem Eireli, obtidos na primeira busca e apreensão, questionada anteriormente. Sobre a publicação destas informações, esclarecemos:

A Oli Comunicação e Imagem Eireli prestou serviços de comunicação digital para a Pepper Interativa, entre 2012 e 2014. Entre esses serviços, nenhum foi prestado ao Banco Nacional de Desenvolvimento (BNDES);
A Oli Comunicação e Imagem também prestou serviços para a MR Consultoria, entre 2012 e 2014. A empresa pertence ao jornalista Mario Rosa, um dos consultores de imagem e gerenciamento de crises mais reputados do Brasil, com diversos livros publicados e palestras requistadas por todo o país. A MR Consultoria também não presta serviços para órgãos públicos e partidos politicos. Portanto, todos os serviços prestados pela Oli Comunicação estão relacionados a clientes privados, que passsaram por crises de imagem e de comunicação ao longo deste período.
Só tenho a agradecer pela confiança e oportunidade de trabalhar com um dos melhores jornalistas do Brasil.

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