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Na Assembleia de Minas: todos contra os cortes

Com todos os problemas orçamentários vividos em Minas, os deputados da Assembleia não pensam em reajuste orçamentário para este ano; “O Legislativo é o único que não está no limite prudencial. O MP e o Judiciário já estouraram o limite. O Executivo já está no limite. Além disso, o Legislativo teve o menor aumento orçamentário dentre os outros Poderes”, disse Durval Ângelo (PT), líder da base governista

Com todos os problemas orçamentários vividos em Minas, os deputados da Assembleia não pensam em reajuste orçamentário para este ano; “O Legislativo é o único que não está no limite prudencial. O MP e o Judiciário já estouraram o limite. O Executivo já está no limite. Além disso, o Legislativo teve o menor aumento orçamentário dentre os outros Poderes”, disse Durval Ângelo (PT), líder da base governista (Foto: Luis Mauro Queiroz)

Minas 247 -  O governo estadual já se pronunciou sobre o ajuste de gastos dos poderes neste ano. Houve uma superestimação de lucros e subestimação de gastos - déficit de 6 bilhões em 2015. 

O grande problema da vez, na verdade, é o poder legislativo. A Mesa Diretora da Assembleia de Minas já se pronunciou, dizendo não pretender fazer mudanças no orçamento. O vice presidente da ALMG, Lafayette Andrada (PSDB), confirmou a situação: “A Mesa propõe manter o orçamento. O Tribunal de Justiça já teve neste ano uma previsão 18% maior e o Ministério Público, 11%. Não temos como cortar”. 

A base do governo no plenário também defende a manutenção orçamentária da casa, como disse o líder do governo Durval Ângelo (PT): “O Legislativo é o único que não está no limite prudencial. O MP e o Judiciário já estouraram o limite. O Executivo já está no limite. Além disso, o Legislativo teve o menor aumento orçamentário dentre os outros Poderes”. 

Reportagem: O Tempo