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Na Assembleia, oposição explora crise no sistema penintenciário

A crise no sistema penitenciário no Ceará foi tema da oposição na sessão de hoje da Assembleia Legislativa. Os deputados Capitão Wagner (PR), Heitor Férrer (PSB) e Audic Mota (PMDB), ocuparam a tribuna para debater o tema. Ontem, o governador do Ceará Camilo Santana anunciou que solicitou o apoio da Força Nacional de Segurança e realizou uma reunião com os presidentes da Assembleia Legislativa, Zezinho Albuquerque, e do Tribunal de Justiça, Iracema Vale; o procurador-geral de Justiça do Ceará, Plácido Rios, representantes da OAB e Defensoria Pública, além de desembargadores, juízes das varas de Execução Penal e secretários de Estado, para discutir as medidas para estabilizar o sistema penitenciário do Ceará

A crise no sistema penitenciário no Ceará foi tema da oposição na sessão de hoje da Assembleia Legislativa. Os deputados Capitão Wagner (PR), Heitor Férrer (PSB) e Audic Mota (PMDB), ocuparam a tribuna para debater o tema. Ontem, o governador do Ceará Camilo Santana anunciou que solicitou o apoio da Força Nacional de Segurança e realizou uma reunião com os presidentes da Assembleia Legislativa, Zezinho Albuquerque, e do Tribunal de Justiça, Iracema Vale; o procurador-geral de Justiça do Ceará, Plácido Rios, representantes da OAB e Defensoria Pública, além de desembargadores, juízes das varas de Execução Penal e secretários de Estado, para discutir as medidas para estabilizar o sistema penitenciário do Ceará (Foto: Fatima 247)
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Ceará 247 - A crise no sistema penitenciário no Ceará foi tema da oposição na sessão de hoje da Assembleia Legislativa. Os deputados Capitão Wagner (PR), Heitor Férrer (PSB) e Audic Mota (PMDB), ocuparam a tribuna para debater o tema. 

O deputado Capitão Wagner destacou que os motins realizados nas unidades prisionais de Itaitinga e Caucaia, no último final de semana não foram provocados pela greve dos agentes penitenciários. De acordo com o parlamentar, o Estado erra ao querer delegar a culpa das rebeliões aos agentes penitenciários. "Os agentes entraram em greve porque o Estado não atendeu suas demandas a tempo, e eu já havia avisado aqui que esses motins estavam na iminência de ocorrer", disse.

Já o deputado Heitor Ferrer afirmou que as rebeliões e mortes em presídios foram "tragédia anunciada". Segundo o parlamentar, com as rebeliões houve morte de presos e pavilhões de presídios destruídos.

O líder do PMDB na Casa, Audic Mota (PMDB), apresentou requerimento, em regime de urgência, cobrando a presença dos secretários Hélio Leitão (Justiça) e Delci Teixeira (Segurança Pública e Defesa Social), Delci Teixeira. "Queremos explicações sobre essas rebeliões no sistema penitenciário. Queremos os dois secretários no plenário e nas Comissões da Assembleia para que possamos discutir soluções sobre a situação de insegurança das penitenciárias", cobrou Audic Mota.

Ontem, o governador do Ceará Camilo Santana anunciou que solicitou o apoio da Força Nacional de Segurança. Camilo disse que o ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, já garantiu "apoio imediato".  As equipes já estão se deslocando da base de treinamentos da Força, no Distrito Federal, com destino à capital cearense, onde devem iniciar a operação esta semana.

Também ontem, o governador realizou uma reunião com os presidentes da Assembleia Legislativa, Zezinho Albuquerque, e do Tribunal de Justiça, Iracema Vale; o procurador-geral de Justiça do Ceará, Plácido Rios, representantes da OAB e Defensoria Pública, além de desembargadores, juízes das varas de Execução Penal e secretários de Estado, para discutir as medidas para estabilizar o sistema penitenciário do Ceará.