Na contramão da crise: Goiás tem 21 mil novas empresas em quatro anos

O ano de 2016 fechou com queda no ritmo da perda de empregos formais no País e Goiás ficou entre os estados que menos sofreram com a crise no ano passado; marca do governo de Marconi Perillo, a geração de empregos e a criação de novas empresas no Estado de Goiás estiveram e estão entre as prioridades; de 2011 (início do terceiro mandato de Marconi) até 2015 (último ano de avaliação da Relação Anual de Informações Sociais (Rais)) foram criadas mais de 21 mil empresas novas em Goiás; em 2011, eram 138 mil empresas, enquanto em 2015 o número subiu para 159 mil, e Goiás ficou na 7ª colocação entre os estados da Federação que mais criaram empresas

O ano de 2016 fechou com queda no ritmo da perda de empregos formais no País e Goiás ficou entre os estados que menos sofreram com a crise no ano passado; marca do governo de Marconi Perillo, a geração de empregos e a criação de novas empresas no Estado de Goiás estiveram e estão entre as prioridades; de 2011 (início do terceiro mandato de Marconi) até 2015 (último ano de avaliação da Relação Anual de Informações Sociais (Rais)) foram criadas mais de 21 mil empresas novas em Goiás; em 2011, eram 138 mil empresas, enquanto em 2015 o número subiu para 159 mil, e Goiás ficou na 7ª colocação entre os estados da Federação que mais criaram empresas
O ano de 2016 fechou com queda no ritmo da perda de empregos formais no País e Goiás ficou entre os estados que menos sofreram com a crise no ano passado; marca do governo de Marconi Perillo, a geração de empregos e a criação de novas empresas no Estado de Goiás estiveram e estão entre as prioridades; de 2011 (início do terceiro mandato de Marconi) até 2015 (último ano de avaliação da Relação Anual de Informações Sociais (Rais)) foram criadas mais de 21 mil empresas novas em Goiás; em 2011, eram 138 mil empresas, enquanto em 2015 o número subiu para 159 mil, e Goiás ficou na 7ª colocação entre os estados da Federação que mais criaram empresas (Foto: José Barbacena)

Goiás 247 - O ano de 2016 fechou com queda no ritmo da perda de empregos formais no País e Goiás ficou entre os estados que menos sofreram com a crise no ano passado, apontam dados do Ministério do Trabalho. Um dos motivos é o incentivo à atração de empresas e a captação de investimentos pelo governo estadual.

Marca do governo de Marconi Perillo, a geração de empregos e a criação de novas empresas no Estado de Goiás estiveram e estão entre as prioridades. De 2011 (início do terceiro mandato de Marconi) até 2015 (último ano de avaliação da Relação Anual de Informações Sociais (Rais)) foram criadas mais de 21 mil empresas novas em Goiás.

Em 2011, eram 138 mil empresas, enquanto em 2015 o número subiu para 159 mil, e Goiás ficou na 7ª colocação entre os estados da Federação que mais criaram empresas. Em relação aos empregos, desde 2011 até dezembro de 2016 foram gerados aproximadamente 180 mil empregos no estado, segundo indicadores do Caged. Os anos de 2012 e 2014 alcançaram as melhores colocações em termos absolutos quanto à geração de empregos.

João Quirino, responsável pelo setor de Pesquisa em Economia do Instituto Mauro Borges, diz que o estado de Goiás tem atraído um grande número de empresas e um exemplo é o município de Edealina. De acordo com o estudo do Instituto de Desenvolvimento dos Municípios (IDM), Edealina, na microrregião do Vale dos Bois, é a cidade com o melhor Índice de Desempenho (IDM) de Goiás, seguida de Goiânia e Cachoeira Dourada.

Na primeira edição do Índice de Desempenho dos Municípios, em 2012, Edealina estava na posição de número 75. No estudo seguinte, saltou para o 14º lugar, até cravar a primeira colocação ano passado dentre os 246 municípios goianos.

Segundo Quirino, muito deste crescimento se deve à instalação de uma empresa na região, a fábrica do grupo Votorantim (foto). À época, Marconi Perillo reforçou que a chegada desta fábrica só foi possível devido à política agressiva do Governo do Estado em relação aos incentivos fiscais e da infraestrutura de transportes que Goiás possui. Uma empresa desse porte agrega valor à economia local, gera impostos, emprego, renda”, destacou Marconi, para quem o mais importante, quando uma empresa se instala no município, é que “a economia gira”.

A unidade, que iniciou a operação no final de 2015, possui capacidade produtiva anual de dois milhões de toneladas de cimento por ano e gera 600 empregos diretos e indiretos. Na fase de construção, encerrada ano passado, gerou 1,6 mil postos de trabalho.

Um dos beneficiados por esta atração de empresas, o assistente de informações técnicas da Votorantim, Fausto Alves, conta que estava morando fora, buscando novas oportunidades quando soube da construção da nova fábrica. Voltou e conseguiu emprego.

“Aqui, antes, não tinha oportunidade. Agora a cidade cresceu. Muitas outras pessoas retornaram para a cidade”, diz Fausto, orgulhoso do desenvolvimento do município onde nasceu. Agora, além do emprego, ele diz que também pode ficar perto da família, que é toda de Edealina e assim se sente realizado.

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