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"Não há profissão pública mais política que a de juiz"

Filiada ao PSB da ex-senadora Marina Silva, Eliana Calmon começou a correr a Bahia como candidata a senadora e já aumentou suas aparições na mídia local também; em entrevista nesta segunda-feira ela falou de quão política é a postura de um juiz; "Eu tenho uma vida toda de estudar e trabalhar. Primeiro para o Ministério Público, depois para a magistratura. No começo queria ser fiscal da lei, mas depois fui para a magistratura. Na corregedoria (do CNJ) eu tive uma atuação muito política. Não há uma profissão pública que seja mais política que a do magistrado, porque o magistrado precisa ficar ligado nas políticas públicas"

Filiada ao PSB da ex-senadora Marina Silva, Eliana Calmon começou a correr a Bahia como candidata a senadora e já aumentou suas aparições na mídia local também; em entrevista nesta segunda-feira ela falou de quão política é a postura de um juiz; "Eu tenho uma vida toda de estudar e trabalhar. Primeiro para o Ministério Público, depois para a magistratura. No começo queria ser fiscal da lei, mas depois fui para a magistratura. Na corregedoria (do CNJ) eu tive uma atuação muito política. Não há uma profissão pública que seja mais política que a do magistrado, porque o magistrado precisa ficar ligado nas políticas públicas" (Foto: Romulo Faro)

Bahia 247 - A juíza-política Eliana Calmon (PSB) com outras palavras admite que se prevaleceu dos cargos de destaque em sua carreira jurídica para se promover na vida político-partidária, que se inicia agora com sua candidatura ao Senado pela Bahia.

Filiada ao PSB da ex-senadora Marina Silva, Eliana já começou a correr a Bahia em período de pré-campanha e já aumentou suas aparições na mídia local também. Em entrevista à rádio Metrópole nesta segunda-feira ela fala de quão política é a postura de um juiz.

"Eu tenho uma vida toda de estudar e trabalhar. Primeiro para o Ministério Público, depois para a magistratura. No começo queria ser fiscal da lei, mas depois fui para a magistratura. Na corregedoria (do CNJ) eu tive uma atuação muito política. Não há uma profissão pública que seja mais política que a do magistrado, porque o magistrado precisa ficar ligado nas políticas públicas".

Eliana Calmon ganhou notoriedade nacional enquanto corregedora do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), quando, em 2011, denunciou em alto e bom som a existência de "bandidos de toga" no Judiciário brasileiro. Desde então virou 'caçadora' implacável de juízes corruptos e muito chamou atenção com suas declarações à mídia.

Agora, contudo, a ministra aposentada do Superior Tribunal de Justiça (STJ) deixa claras suas pretensões por trás de postura notável.