"Não tem acordo", diz Aécio sobre imposto de renda

O presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves (MG), disse que a oposição não aceitará um acordo firmado entre o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL) e o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, que escalona a correção da tabela do Imposto de Renda. "Não tem acordo. Vamos derrubar", disse; o governo defendia um reajuste único de 4,5%, mas alertado que perderia a votação da quarta-feira preferiu abraçar a proposta do PMDB e escalonar a correção da tabela em 6,5% para os salários mais baixos e até 4,5% para os salários mais altos

O presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves (MG), disse que a oposição não aceitará um acordo firmado entre o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL) e o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, que escalona a correção da tabela do Imposto de Renda. "Não tem acordo. Vamos derrubar", disse; o governo defendia um reajuste único de 4,5%, mas alertado que perderia a votação da quarta-feira preferiu abraçar a proposta do PMDB e escalonar a correção da tabela em 6,5% para os salários mais baixos e até 4,5% para os salários mais altos
O presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves (MG), disse que a oposição não aceitará um acordo firmado entre o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL) e o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, que escalona a correção da tabela do Imposto de Renda. "Não tem acordo. Vamos derrubar", disse; o governo defendia um reajuste único de 4,5%, mas alertado que perderia a votação da quarta-feira preferiu abraçar a proposta do PMDB e escalonar a correção da tabela em 6,5% para os salários mais baixos e até 4,5% para os salários mais altos (Foto: Paulo Emílio)

247 - O presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves (MG), disse que a oposição não aceitará um acordo firmado entre o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL) e o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, que escalona a correção da tabela do Imposto de Renda. "Não tem acordo. Vamos derrubar", disse o tucano.

A afirmação de Aécio veio logo após o resultado da reunião entre Levy e Calheiros para discutir o escalonamento da tabela do Imposto de Renda. O governo defendia um reajuste único de 4,5%, mas alertado que perderia a votação da quarta-feira preferiu abraçar a proposta do PMDB e escalonar a correção da tabela em 6,5% para os salários mais baixos e até 4,5% para os salários mais altos.

A negociação deverá fazer com que o governo edite uma Medida provisória, ainda esta terça-feira, para corrigir a tabela e evitar a derrota do veto presidencial na votação desta quarta-feira.

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