“Não tenho plano B”, diz Demóstenes sobre candidatura ao Senado

"Não tenho plano B", afirmou hoje o ex-senador Demóstenes Torres (PTB) ao garantir que, mesmo não sendo contemplado como candidato a senador na chapa base, não deixará o grupo político de Marconi Perillo e José Eliton; "Definitivamente, vou permanecer na base aliada"; Demóstenes disse que para ele pouco importa se a base aliada tem ou não desgastes, se tem muito tempo no poder e se isso vai contar contra; "Eu faço parte deste grupo e jamais serei traidor, como nunca fui na minha vida"

"Não tenho plano B", afirmou hoje o ex-senador Demóstenes Torres (PTB) ao garantir que, mesmo não sendo contemplado como candidato a senador na chapa base, não deixará o grupo político de Marconi Perillo e José Eliton; "Definitivamente, vou permanecer na base aliada"; Demóstenes disse que para ele pouco importa se a base aliada tem ou não desgastes, se tem muito tempo no poder e se isso vai contar contra; "Eu faço parte deste grupo e jamais serei traidor, como nunca fui na minha vida"
"Não tenho plano B", afirmou hoje o ex-senador Demóstenes Torres (PTB) ao garantir que, mesmo não sendo contemplado como candidato a senador na chapa base, não deixará o grupo político de Marconi Perillo e José Eliton; "Definitivamente, vou permanecer na base aliada"; Demóstenes disse que para ele pouco importa se a base aliada tem ou não desgastes, se tem muito tempo no poder e se isso vai contar contra; "Eu faço parte deste grupo e jamais serei traidor, como nunca fui na minha vida" (Foto: José Barbacena)

Goiás 247 - "Não tenho plano B", afirmou hoje o ex-senador Demóstenes Torres (PTB) ao garantir que, mesmo não sendo contemplado como candidato a senador na chapa base, não deixará o grupo político de Marconi Perillo e José Eliton. "Definitivamente, vou permanecer na base aliada."

Demóstenes disse que para ele pouco importa se a base aliada tem ou não desgastes, se tem muito tempo no poder e se isso vai contar contra. "Eu faço parte deste grupo e jamais serei traidor, como nunca fui na minha vida", salientou.

Ele frisa que ficou parado até agora por conta do respeito quem tem pelo Ministério Público (MP), embora pudesse fazer política, e pela pendência que tinha acerca da elegibilidade no Supremo Tribunal Federal (STF). "Agora nada mais me segura. O STF me liberou para ser candidato e me desincompatibilizei do MP."

O ex-senador disse que está procurando deputados, prefeitos, vereadores e lideranças políticas para tentar viabilizar a sua candidatura ao Senado. "Se não conseguir, não tem plano B", assevera, lembrando que é fiel à base aliada e não tem interesse em disputar outro cargo que não seja o de senador.

"Quero voltar de onde saí porque acredito que fui um bom senador, que fiz um bom trabalho aprovando boas leis, como a lei contra a pedofilia, a lei sobre sequestro relâmpago, as medidas cautelares que ajudaram a Operação Lavajato, como o uso da tornozeleira, apreensão de passaporte e muitos outros. Eu aprendi o caminho das pedras e sei que posso fazer muito ainda."

O petebista observa que, se quisesse fazer carreira política, seria até mais fácil disputar a eleiç˜åo como postulante a outro posto, mas não é essa a intenção dele. "Entrei novamente no jogo, estou trabalhando muito e o caminho vou trilhar é o caminho de volta ao Senado."

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