Negociações entre Tite e Corinthians devem terminar esta semana
O clube paulista chegou a pesquisar outros nomes no mercado. Oswaldo de Oliveira, que está sem clube, foi o nome mais cogitado. Dentre as opções, o salário dele seria o menor: R$550 mil mensais. Outra possibilidade era de ir atrás de Abel Braga, do Internacional, que ainda tem futuro incerto para a próxima temporada
Por Caio Queiroga, do Futnet
Segundo publicação do 'LanceNet', o treinador Tite está próximo de acertar sua volta ao Corinthians. As negociações haviam esfriado por conta do alto valor pedido pelo técnico, que girava em torno dos R$ 800 mil mensais. Porém, Gilmar Veloz, empresário do comandante, e a diretoria do Timão estão chegando a um acordo, e as negociações devem ter fim ainda nesta semana.
O clube paulista chegou a pesquisar outros nomes no mercado. Oswaldo de Oliveira, que está sem clube, foi o nome mais cogitado. Dentre as opções, o salário dele seria o menor: R$550 mil mensais. Outra possibilidade era de ir atrás de Abel Braga, do Internacional, que ainda tem futuro incerto para a próxima temporada.
Essa não é a primeira vez que a diretoria do Corinthians e o empresário Gilmar Veloz tem dificuldades para entrar em acordo. Em 2011, ele pediu cerca de R$ 650 mil mensais para o treinador renovar o vínculo com o clube. Presidente na época, Andrés Sanchez, não escondeu a insatisfação. "Eu não pago R$ 700 mil, R$ 800 mil para um treinador. Isso é uma ofensa ao país".
O clube paulista chegou a pesquisar outros nomes no mercado. Oswaldo de Oliveira, que está sem clube, foi o nome mais cogitado. Dentre as opções, o salário dele seria o menor: R$550 mil mensais. Outra possibilidade era de ir atrás de Abel Braga, do Internacional, que ainda tem futuro incerto para a próxima temporada.
Essa não é a primeira vez que a diretoria do Corinthians e o empresário Gilmar Veloz tem dificuldades para entrar em acordo. Em 2011, ele pediu cerca de R$ 650 mil mensais para o treinador renovar o vínculo com o clube. Presidente na época, Andrés Sanchez, não escondeu a insatisfação. "Eu não pago R$ 700 mil, R$ 800 mil para um treinador. Isso é uma ofensa ao país".
