Negra, Miss Brasil sofre ofensas: “cara de empregada. Não era pra tá aí”

Negra, de cabelos cacheadas e piauiense, a nova Missa Brasil (2017)  Monalysa Alcântara foi saudada neste final de semana como uma representação da brasilidade; foi assim que os jurados afirmaram no discurso que lhe rendeu a coroa; apesar de vitória, a jovem de 18 anos está sendo alvo de alguns ataques racistas e de ódio nas redes sociais; uma internauta disse no Twitter que Monalysa tinha cara de “empregada”: “Credoooo! A Miss Piauí tem cara de empregadinha, cara comum, não tem perfil de miss, não era pra tá aí”

Negra, de cabelos cacheadas e piauiense, a nova Missa Brasil (2017)  Monalysa Alcântara foi saudada neste final de semana como uma representação da brasilidade; foi assim que os jurados afirmaram no discurso que lhe rendeu a coroa; apesar de vitória, a jovem de 18 anos está sendo alvo de alguns ataques racistas e de ódio nas redes sociais; uma internauta disse no Twitter que Monalysa tinha cara de “empregada”: “Credoooo! A Miss Piauí tem cara de empregadinha, cara comum, não tem perfil de miss, não era pra tá aí”
Negra, de cabelos cacheadas e piauiense, a nova Missa Brasil (2017)  Monalysa Alcântara foi saudada neste final de semana como uma representação da brasilidade; foi assim que os jurados afirmaram no discurso que lhe rendeu a coroa; apesar de vitória, a jovem de 18 anos está sendo alvo de alguns ataques racistas e de ódio nas redes sociais; uma internauta disse no Twitter que Monalysa tinha cara de “empregada”: “Credoooo! A Miss Piauí tem cara de empregadinha, cara comum, não tem perfil de miss, não era pra tá aí” (Foto: Leonardo Lucena)

Piauí 247 - Negra, de cabelos cacheadas e piauiense, a nova Missa Brasil (2017)  Monalysa Alcântara foi saudada neste final de semana como uma representação da brasilidade. Foi assim que os jurados afirmaram no discurso que lhe rendeu a coroa.

Apesar de vitória, a jovem de 18 anos está sendo alvo de alguns ataques racistas e de ódio nas redes sociais. Não é a primeira vez que uma miss brasil sofre com o preconceito. No Miss Brasil 2016, quando Raissa Santana, negra e de cabelos cacheados, venceu também foram registrados ataques de cunho racista.

Nas redes sociais, uma internauta disse no Twitter que Monalysa tinha cara de “empregada”: “Credoooo! A Miss Piauí tem cara de empregadinha, cara comum, não tem perfil de miss, não era pra tá aí”, afirmou Juliana Porto. 

Depois que os jurados falaram em brasilidade da miss, um internauta escreveu: “O que é a famigerada brasilidade? É ser negra?”.

 

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