Nilo anula sessão que aprovou 'projeto contra servidores'

O presidente da Assembleia Legislativa da Bahia, deputado Marcelo Nilo (Sem partido), acatou pedido da oposição e anulou a sessão conjunta em que três comissões técnicas da Casa aprovaram a PEC 148, que modifica o regime trabalhista do funcionalismo estadual e o Plano Plurianual Participativo (PPA); os opositores argumentam que a reunião não observou a aplicação do regimento interno da Casa e apontaram irregularidades como a não verificação de quórum no âmbito das três comissões, mesmo tendo sido requerido

O presidente da Assembleia Legislativa da Bahia, deputado Marcelo Nilo (Sem partido), acatou pedido da oposição e anulou a sessão conjunta em que três comissões técnicas da Casa aprovaram a PEC 148, que modifica o regime trabalhista do funcionalismo estadual e o Plano Plurianual Participativo (PPA); os opositores argumentam que a reunião não observou a aplicação do regimento interno da Casa e apontaram irregularidades como a não verificação de quórum no âmbito das três comissões, mesmo tendo sido requerido
O presidente da Assembleia Legislativa da Bahia, deputado Marcelo Nilo (Sem partido), acatou pedido da oposição e anulou a sessão conjunta em que três comissões técnicas da Casa aprovaram a PEC 148, que modifica o regime trabalhista do funcionalismo estadual e o Plano Plurianual Participativo (PPA); os opositores argumentam que a reunião não observou a aplicação do regimento interno da Casa e apontaram irregularidades como a não verificação de quórum no âmbito das três comissões, mesmo tendo sido requerido (Foto: Romulo Faro)
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Bahia 247 - O presidente da Assembleia Legislativa da Bahia, deputado Marcelo Nilo (Sem partido), decidiu anular a sessão conjunta em que três comissões técnicas da Casa aprovaram a PEC 148, que modifica o regime trabalhista do funcionalismo estadual e o Plano Plurianual Participativo (PPA).

A decisão foi tomada depois que a bancada de oposição, por meio de seu líder, Sandro Régis (DEM), protocolar requerimento na mesa diretora pedindo a anulação da sessão.

Os parlamentares oposicionistas argumentam que a reunião não observou a aplicação do Regimento Interno da Casa e apontaram irregularidades como a não verificação de quórum no âmbito das três comissões, mesmo tendo sido requerido.

"Enquanto a Assembleia Legislativa estiver no afã de servir ao governo e abrir mão de suas prerrogativas cometerá erros crassos como esse", disparou Sandro Régis.

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