No Ceará, partidos de esquerda, sindicatos e movimentos sociais organizam agenda de luta

Movimentos sociais, sindicatos e partidos de esquerda se reúnem para organizar agenda de luta. Também o PT Ceará, em articulação com as demais forças políticas, se movimenta para enfrentar o "rolo compressor" da mídia conservadora que ataca diariamente o partido, através da Operação Lava Jato e a presidente Dilma Rousseff, construindo uma agenda de crise e instabilidade política, incutindo no imaginário da população a proposta de impeachment. Hoje, os presidentes estaduais do PT e do PCdoB tiveram reunião para debater o assunto

Movimentos sociais, sindicatos e partidos de esquerda se reúnem para organizar agenda de luta. Também o PT Ceará, em articulação com as demais forças políticas, se movimenta para enfrentar o "rolo compressor" da mídia conservadora que ataca diariamente o partido, através da Operação Lava Jato e a presidente Dilma Rousseff, construindo uma agenda de crise e instabilidade política, incutindo no imaginário da população a proposta de impeachment. Hoje, os presidentes estaduais do PT e do PCdoB tiveram reunião para debater o assunto
Movimentos sociais, sindicatos e partidos de esquerda se reúnem para organizar agenda de luta. Também o PT Ceará, em articulação com as demais forças políticas, se movimenta para enfrentar o "rolo compressor" da mídia conservadora que ataca diariamente o partido, através da Operação Lava Jato e a presidente Dilma Rousseff, construindo uma agenda de crise e instabilidade política, incutindo no imaginário da população a proposta de impeachment. Hoje, os presidentes estaduais do PT e do PCdoB tiveram reunião para debater o assunto (Foto: Fatima 247)

Hoje pela manhã, o presidente do PT, Fco. de Assis Diniz teve uma reunião com o presidente do PCdB do Ceará, Luis Carlos Paes, para tratar da agenda de mobilização social, em defesa do governo e promover uma forte unidade dos setores progressistas e de esquerda, envolvendo, além dos partidos, movimento sindical e movimentos sociais.

Segundo presidente do PT, há todo um calendário que está sendo elaborado, que deve culminar com um grande ato público, no 1º de Maio. Entre as ações propostas está, já na tarde de hoje, as 15 horas, uma reunião com sindicatos e movimentos sociais e partidos de esquerda, na sede da CUT, com o objetivo de construir essa agenda de luta, a partir de uma unidade programática que tem como centro a defesa da legalidade e da democracia.

Essa agenda estaria começando no dia 31 de março, com uma reflexão sobre causas e conseqüências do golpe militar que implantou a ditadura no Brasil, por 21 anos. Também uma forte mobilização social para o dia 7 de abril, contra a aprovação do PL 4330, projeto originário da própria Câmara, que trata da legalização da terceirização de mão de obra. Outra atividade proposta é a realização de uma grande plenária estadual com todos os setores progressistas, no dia 10 de abril. O calendário de mobilização, tem como principal atividade a realização de um grande ato, no 1º de maio, com forte conteúdo político de defesa da democracia, a preservação e o avanço das conquistas trabalhistas e sociais dos últimos doze anos.

O presidente do PCdoB, Luis Carlos Paes, considerou a reunião positiva e destacou que tem sido uma pauta permanente do partido, nos níveis municipal, estadual e nacional, a idéia de construir uma agenda de mobilização para discutir a situação política. Para Luis Carlos, é hora de buscar juntar forças com todos os segmentos democráticos da sociedade no sentido de combater essa escalada golpista que repete outros momentos da história recente do Brasil, como golpe de 64. "Tem que haver uma unidade muito grande entre os vários partidos e os movimentos organizados para defender os direitos dos trabalhadores, as conquistas sociais dos últimos doze anos e avançar mais, realizando a reforma política, a mudança na legislação que trata do meios de comunicação, para a sua democratização e uma reforma tributária que faça justiça social".

Luis Carlos Paes complementou avaliando que "estamos vivendo um momento complexo, em que as forças que foram derrotadas nas eleições não se conformam e continuam em plena campanha. Não reconhecem a legítima vitória da presidente Dilma e através dos partidos de oposição e da mídia, que tem respaldado a ação dessas forças conservadoras utilizando uma certa insatisfação de parcelas das camadas médias que, contaminadas por um discurso moralista da imprensa, pedem impeachment, volta de militares, coisas que são incompatíveis, com a normalidade democrática. Nesse momento, os movimentos sociais precisam ganhar as ruas para defender seus direitos e a democracia".

 

 

 

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