No dia do "casamento", Campos vê Brasil vulnerável

Presidenciável socialista, Eduardo Campos oficializa chapa com Marina Silva como vice em ato marcado para esta segunda-feira em Brasília; de olho na Presidência, ele aumenta o tom de oposição na disputa contra Aécio Neves (PSDB) pelo segundo turno das eleições: “A credibilidade financeira do Brasil perante a comunidade internacional cai a cada dia e a inflação voltou a se tornar uma preocupação cotidiana”, escreveu no Facebook; “O ano de 2015 está se anunciando mais complicado a cada dia que passa para todos os brasileiros, e o governo parece continuar sem sequer saber como agir”

Presidenciável socialista, Eduardo Campos oficializa chapa com Marina Silva como vice em ato marcado para esta segunda-feira em Brasília; de olho na Presidência, ele aumenta o tom de oposição na disputa contra Aécio Neves (PSDB) pelo segundo turno das eleições: “A credibilidade financeira do Brasil perante a comunidade internacional cai a cada dia e a inflação voltou a se tornar uma preocupação cotidiana”, escreveu no Facebook; “O ano de 2015 está se anunciando mais complicado a cada dia que passa para todos os brasileiros, e o governo parece continuar sem sequer saber como agir”
Presidenciável socialista, Eduardo Campos oficializa chapa com Marina Silva como vice em ato marcado para esta segunda-feira em Brasília; de olho na Presidência, ele aumenta o tom de oposição na disputa contra Aécio Neves (PSDB) pelo segundo turno das eleições: “A credibilidade financeira do Brasil perante a comunidade internacional cai a cada dia e a inflação voltou a se tornar uma preocupação cotidiana”, escreveu no Facebook; “O ano de 2015 está se anunciando mais complicado a cada dia que passa para todos os brasileiros, e o governo parece continuar sem sequer saber como agir” (Foto: Roberta Namour)

247 – No dia em que o presidenciável socialista Eduardo Campos oficializa seu “casamento” com Marina Silva, ele aumenta o tom da oposição, na disputa contra Aécio Neves (PSDB) pelo segundo turno das eleições. Em sua página no Facebook, faz reflexão sobre “vulnerabilidade” do Brasil.

Após muitos rumores desde a aliança da Rede com o PSB, ex-senadora Marina Silva será anunciada como vice na chapa pela Presidência em 2014, em ato marcado para esta segunda-feira em Brasília.

Leia o post de Campos:

O FMI divulgou o Monitor Fiscal, painel que analisa a economia mundial. Em uma lista de 24 países emergentes, o Brasil ocupa o quinto lugar de vulnerabilidade a um choque financeiro, atrás somente de Egito, Paquistão, Jordânia e Hungria. Isso por causa das contas públicas do país: para rolar a dívida oficial e cobrir seu déficit público, o Brasil precisaria gastar quase um quinto (19,2%) do seu PIB.

É uma situação preocupante e que precisa ser trabalhada urgentemente. Mas, ao invés de aquecer a economia, aumentando a produtividade, reduzindo os gastos públicos e trabalhando para aumentar o PIB – que vem caindo a cada ano e hoje é cerca de metade dos nossos vizinhos da América Latina – o governo federal decidiu protestar contra os critérios usados pelo FMI na medição.

Contudo, questionar os números não muda o fato de que, enquanto boa parte dos países tem trabalhado para deixar a crise para trás, o Brasil continua estacionado. Neste primeiro semestre, a balança comercial brasileira apresentou o maior déficit de sua história. A credibilidade financeira do Brasil perante a comunidade internacional cai a cada dia e a inflação voltou a se tornar uma preocupação cotidiana.

É preciso mudar este cenário. O governo precisa começar a tratar este tema com mais transparência e de forma planejada, ao invés de usar soluções tomadas às pressas, que mudam as regras e apresentam metas cada vez menores.

O ano de 2015 está se anunciando mais complicado a cada dia que passa para todos os brasileiros, e o governo parece continuar sem sequer saber como agir. Mas negar o problema é o primeiro passo para deixar de resolvê-lo.

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