Nordeste lidera criação de empregos no Brasil

A Região Nordeste liderou a criação de vagas de trabalho no período de 12 meses até junho deste ano; segundo dados da Pnad Contínua, elaborada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgada nesta quinta-feira (6), do total de 1,5 milhão de postos de trabalho criados em todo o país, 1 milhão foram registrados no Nordeste brasileiro; apesar do bom resultado, a Região ainda possui o maior número de desempregados do país

A Região Nordeste liderou a criação de vagas de trabalho no período de 12 meses até junho deste ano; segundo dados da Pnad Contínua, elaborada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgada nesta quinta-feira (6), do total de 1,5 milhão de postos de trabalho criados em todo o país, 1 milhão foram registrados no Nordeste brasileiro; apesar do bom resultado, a Região ainda possui o maior número de desempregados do país
A Região Nordeste liderou a criação de vagas de trabalho no período de 12 meses até junho deste ano; segundo dados da Pnad Contínua, elaborada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgada nesta quinta-feira (6), do total de 1,5 milhão de postos de trabalho criados em todo o país, 1 milhão foram registrados no Nordeste brasileiro; apesar do bom resultado, a Região ainda possui o maior número de desempregados do país (Foto: Paulo Emílio)
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Pernambuco 247 - A Região Nordeste liderou a criação de vagas de trabalho no período de 12 meses até junho deste ano. Segundo dados da Pnad Contínua, elaborada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgada nesta quinta-feira (6), do total de 1,5 milhão de postos de trabalho criados em todo o país, 1 milhão foram registrados no Nordeste brasileiro. Apesar do bom resultado, a Região ainda possui o maior número de desempregados do país. A Pnad Contínua é realizada trimestralmente e coleta dados de todo as regiões do Brasil.

De acordo com o IBGE, o Nordeste respondeu pela criação de 582 mil vagas formais, um incremento de 10% sobre a pesquisa anterior. O restante é ocupado por trabalhadores informais ou autônomos. O aumento da oferta de vagas resultou em uma queda da taxa de desemprego regional que passou de 10% para 8,8% no período analisado.

Apesar do bom desempenho, a pesquisa aponta que 43,1% das pessoas em idade para trabalhar não estavam procurando emprego no segundo semestre. O percentual é acima da média nacional, que é de 38,9%. O Nordeste registra, ainda, 51,9% de pessoas ocupadas. O índice representa o menor percentual de pessoas ocupadas em nível nacional, cuja média é de 56,9%.

 

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