"Nós deveríamos é estar sendo aplaudidos"

Rechaando a acusao de favorecimento pelo Ministrio da Integrao Nacional, o governador Eduardo Campos (PSB) lembrou que o Estado passou por trs grandes desastres, nos ltimos dois anos, e conseguiu elaborar projetos e obter licenciamentos, em tempo recorde, para combater o problema.

"Nós deveríamos é estar sendo aplaudidos"
"Nós deveríamos é estar sendo aplaudidos" (Foto: Andréa Rêgo Barros/247)
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Raphael Coutinho_PE247 – O governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), defendeu, mais uma vez, nesta quinta-feira (5), a execução das obras tocados no Estado com recursos do Ministério da Integração Nacional, para a prevenção de enchentes. Em tom enfático, o gestor lembrou que Pernambuco passou por três grandes desastres, nos últimos dois anos, e conseguiu elaborar projetos e obter licenciamentos, em tempo recorde, para combater o problema. O que, segundo Campos, seria motivo de aplauso e não da cobrança que hoje recai sobre o ministro Fernando Bezerra Coelho (PSB).

“Nós deveríamos é estar sendo aplaudidos pelo Brasil por termos tido, em um ano e meio, a capacidade de fazer as obras que estavam sendo devidas há décadas”, ressaltou Eduardo Campos. Segundo o governador, a construção das cinco barragens na Mata Sul pernambucana, que também beneficiarão municípios de Alagoas, foi algo acordado diretamente com a presidente Dilma. “Diante da catástrofe, a presidente Dilma me ligou e perguntou o que era necessário. Eu falei sobre a construção das barragens e para cada R$ 1,00 da União, outro R$ 1,00 é dado por Pernambuco”, explicou Eduardo.

O governador também rechaçou as críticas direcionadas aos repasses. “Todas as vezes que se noticiam matérias sobre enchentes, ficam aquelas perguntas: ‘por que não acabam com isso?’ ou ‘por que não se previne?’. Mas quando a gente vai fazer, vai tirar do papel o discurso, fazer o projeto e executar a obra, não podemos ser acusados de estar fazendo algo errado”, pontuou o socialista.

PT x PSB

Sobre uma possível crise entre o PSB e o PT, Eduardo, presidente nacional dos socialistas, preferiu evitar a polêmica. “Crise tivemos foi no dia 18 de junho de 2011 e em outras duas datas, quando tivemos três enchentes e 81 mil pessoas ficaram fora de suas casas. Ali eu vi a crise e trabalhamos duro, com o objetivo de reconstruir as cidades”, observou, enaltecendo também a atuação do ministro Fernando Bezerra Coelho. “Ele vem tendo o trabalho elogiado pelo governador de Minas Gerais (Antônio Anastasia, PSDB), que é de um partido adversário ao governo Dilma, e pelo governador do Rio de Janeiro (Sérgio Cabral, PMDB), que também sofre com as chuvas”, concluiu.

 

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