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Geral

Nossas previsões para 2012

Obama no se reelege presidente dos EUA, Neymar traz o ouro olmpico de Londres, o PT vence eleies municipais onde no espera, mas perde onde se v como favorito, o julgamento do Mensalo fica para 2013 e o conflito Dilma-Lula se evidencia

Nossas previsões para 2012 (Foto: REUTERS/Romeo Ranoco )
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247 - Não, nós não recorremos às cartas, aos búzios, ao tarô ou a qualquer autoridade mediúnica para traçar nossas previsões para 2012. Elas são fruto apenas da observação da realidade e, assim como as que são feitas por pais de santo ou gurus espirituais, podem estar tão certas quanto erradas. As nossas aqui estão colocadas apenas como um exercício de futurologia para que nossos leitores possam nos cobrar em 1º de janeiro de 2013. Eis, abaixo, o que estará em pauta em 2012.

• No mundo, nada chamará tanta atenção quanto a eleição de 2012 nos Estados Unidos. A nosso ver, Barack Obama terá grandes dificuldades para se reeleger presidente. Com o desemprego ainda rondando os 10% na economia americana, ele poderá ser surpreendido pelos republicanos Mitt Romney, o mais provável de seus adversários, ou Ron Paul.

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• Na economia, tudo indica que irá se acentuar o processo de desaceleração produtiva e desalavancagem financeira, iniciado em 2008. Há sinais de retração até na China, que vinha sendo o contrapeso à crise da Europa e dos Estados Unidos. Na nossa bola de cristal, a BM&FBovespa perde mais 20% em 2012 e fecha próxima a 45 mil pontos. Os melhores investimentos continuarão a ser aplicações conservadoras, como dólar e ouro. E os preços dos imóveis começarão a cair no Brasil.

• No esporte, o Brasil regressará de Londres com poucos ouros na bagagem, mas com uma medalha inédita no futebol. Com a estrela de Neymar, a seleção tem tudo para se tornar campeã olímpica.

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• Na política, o ano será marcado pelas eleições municipais. Em São Paulo, apesar de todos os esforços do PT, Fernando Haddad terá imensas dificuldades porque não poderá contar com o apoio de Marta Suplicy, desgostosa com o processo de escolha da candidatura. Do lado PSDB-DEM, há também grandes dificuldades para definir um nome e a única candidatura que navega em mar tranquilo é a do PMDB, com Gabriel Chalita. O partido também tem grandes chances no Rio de Janeiro, onde Eduardo Paes deverá ser reeleito. Em Belo Horizonte, com o racha em torno da candidatura de Márcio Lacerda, o PT poderá surpreender se lançar o ex-prefeito Patrus Ananias. Em Porto Alegre, a deputada do PC do B Manoela D´Ávila, mesmo sem o apoio do PT, é pule de dez. No Recife, o atual prefeito João da Costa conseguirá superar as resistências internas para se lançar à reeleição e tem boas chances de vitória.

• O resultado das eleições municipais poderá também mostrar uma coesão menor da base de apoio ao governo federal, criando divisões e sequelas para o processo eleitoral de 2014. Será cada vez mais ouvido o eco daqueles que pregam a volta de Lula, como a única pessoa capaz de reunificar a base e aplacar as tensões internas entre PT, PMDB e PSB.

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• O julgamento do século, o do Mensalão, ficará para 2013. No Supremo Tribunal Federal, o ministro Ricardo Lewandovski, revisor do voto de Joaquim Barbosa, adiará ao máximo seu relatório. E quando chegar o momento de julgar o maior escândalo político da história recente, prevalecerá o argumento de que um processo judicial não pode ser contaminado pelo calendário eleitoral.

Afora tudo isso, o ano de 2012, como todos os outros, será marcado por grandes surpresas e pelo imponderável da vida, que dá graça à existência humana e joga por terra todas as previsões.

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