O ex-prefeito e a ex-primeira-dama que adotaram o filho que ninguém queria ter

O Brasil tem sua versão da história do filme "O óleo de Lorenzo"; em São Miguel do Passa Quatro, o ex-prefeito Élson Oliveira e sua esposa Maria, a dona Cotinha, adotaram uma criança com severas deficiências físicas e usaram do amor como forma de superar todas as dificuldades

O Brasil tem sua versão da história do filme "O óleo de Lorenzo"; em São Miguel do Passa Quatro, o ex-prefeito Élson Oliveira e sua esposa Maria, a dona Cotinha, adotaram uma criança com severas deficiências físicas e usaram do amor como forma de superar todas as dificuldades
O Brasil tem sua versão da história do filme "O óleo de Lorenzo"; em São Miguel do Passa Quatro, o ex-prefeito Élson Oliveira e sua esposa Maria, a dona Cotinha, adotaram uma criança com severas deficiências físicas e usaram do amor como forma de superar todas as dificuldades (Foto: Charles Nisz)

Goiás 247 - Cuidar de uma criança saudável já é algo árduo. Cuidar de uma criança com necessidades especiais demanda ainda mais esforço e amor dos pais. Foi oi o que fez o casal Elson Gonçalves de Oliveira e Maria Pires de Oliveira , a dona Cotinha, ao acolher em seu lar Walder Emanuel Gonçalves, em São Miguel do Passa Quatro, a 100 quilômetros de Goiânia.

Elson foi o primeiro prefeito do recém-emancipado município, de janeiro de 1989 a dezembro de 1992, e Cotinha foi a primeira-dama e secretária de Ação Social. O menino nasceu em 28 de janeiro de 1990, fruto da gestação de Manoela Elias Barroso, a “Ina”, deficiente mental supostamente engravidada pelo próprio pai, Antônio Elias Barroso, que tinha o mesmo problema da filha. Diante da situação e comovidos com o caso, Elson e Cotinha, por meio da prefeitura, se empenharam no cuidado à mãe e ao bebê, que, até o terceiro dia de vida, parecia normal.

O que aconteceu a partir de então renderia um filme semelhante a “O Óleo de Lorenzo”, lançado em 1992, baseado na história de Augusto e Michaela Odone, cujo filho, Lorenzo, é diagnosticado aos 5 anos como portador de adrenoleucodistrofia (ADL), doença rara que provoca incurável degeneração do cérebro, causando a morte em pouco tempo. Após a descoberta da doença, os pais de Lorenzo enfrentam a falta de remédios e  decidem então pesquisar por conta própria até encontrarem um óleo que contém o avanço da ADL. Lorenzo viveu 30 anos, 20 a mais do que previram os médicos.

Confira a história do casal Elson e Cotinha e do bebê Emanuel no Jornal Opção:

 

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